sábado, 23 de maio de 2009

SÁ NOGUEIRA


Sá Nogueira

Rolando Augusto Bebiano Vitorino Dantas Pereira de Sá Nogueira, (Lisboa, 19 de Maio de 1921 – 18 de Novembro de 2002), foi um artista plástico português.

Seu pai, Augusto Vieira de Sá Nogueira e sua mãe Amélia Dantas Pereira, viveram em África até aos cinco anos de idade de Rolando. Enquanto residiram nesse continente, o artista esteve no colégio Vasco da Gama, como aluno interno.

Em 1942 iniciou o curso de arquitectura na Escola de Belas Artes. Em 1946, desiste do curso de arquitectura e inscreve-se no curso de pintura, onde conhece João Abel Manta e José Dias Coelho.

Casou com Bina Sá Nogueira, resultando destre matrimónio duas filhas.

Colaborou na Cooperativa de Gravadores Portugueses e mais tarde foi professor de desenho na Sociedade Nacional das Belas Artes.

II exposição geral de artes plásticas (1946-1956).
Salão de inverno da Sociedade Nacional de Belas Artes (1949).
II Bienal de Arte Moderna de São Paulo.
I Exposição de Artes Plásticas (Fundação Caloust Gulbenkian). (1957).
I Salão de Arte Moderna. (1959)
Biblioteca de Castelo Branco (exposição individual) (1960).
Galeria Diário de Noticias (1961)
2ª Exposição de colagens na Sociedade Nacional de Belas Artes (1966)
exposição Arte Portuguesa nos Anos 50 (1992)
Galeria Nasoni (1994)
Os azulejos e o fado.
Museu do Chiado (exposição retrospectiva) ((1998)

Prémio Soquil (Menção Honrosa) (1971)
Prémio Doutor Gustavo Cordeiro da Academia Nacional de Belas Artes (1990)

Painel da Av. Infante Santo (1958).
Revestimento do refeitório da Escola Primária do Vale Escuro (1953-1956).
Revestimento do Laboratório Luso-Fármaco em Lisboa (1958).
Painel da entrada do Parque de Campismo de Monsanto (1961).
Painel de azulejos para a nova sede da Caixa Geral de Depósitos (1993).
Revestimento em azulejos da estação "Laranjeiras", do Metropolitano de Lisboa (com a colaboração de Fernando Conduto (1988).
Rio Vivo (no Parque das Nações em Lisboa).
Painel com motivos de Borboletas no prolongamento da Av. dos Estados Unidos da América
Fá-los ouvir a tua corneta, negro (pintura) (1972)
Os bons e os maus frutos (pintura)

PINHO DINIS


Dinis, Pinho (1921)


Acervos

Museu de Arte Contemporânea - Lisboa (Portugal)

Museu Machado de Castro - Coimbra (Portugal)

Museu Soares Reis - Porto (Portugal)

Museu Nacional de Belas Artes, MNBA - Rio de Janeiro RJ

LUIS SOARES



Thomaz de Mello


Thomaz de Mello

Thomaz de Mello - de pseudônimo Tom (Rio de Janeiro, janeiro de 1906 - Lisboa, 1990) foi um caricaturista e artista gráfico luso-brasileiro.

Vem para Portugal em 1926 com a companhia de teatro de Leopoldo Fróis. Durante a sua vida explora muitos meios plásticos desde a pintura ao desenho, passando pela banda desenhada, a caricatura, a tapeçaria, o design gráfico, o design de interiores, o design industrial, a cerâmica e outros.

O seu estilo integrava-se na chamada “segunda geração de modernistas”. Em 1937 obteve o “Grande Prémio de Decoração e de Artesanato”, na Exposição de Artes e Técnicas de Paris, e em 1945 recebeu o “Prémio Francisco de Holanda”.

Entre as publicações para as quais trabalhou contam-se a Voz, o Diário da Manhã, e a Ilustração (revista).

VILLAS-BOAS



PAULO VILA-BOAS NASCEU EM BARCELOS EM 1940.
ESTUDOU NO PORTO E PARIS.
EXPÔS NO PORTO EM 1969, 1971, 1972 E 1974, AVEIRO, 1973, BARCELOS, 1971, BRAGA, 1970, ESPINHO, 1972, GUIMARÃES, 1972, MATOSINHOS, 1972, PÓVOA DE VARZIM, 1970, LISBOA, 1972.

YECO


Miguel Nuno Sotto Mayor Negrão Mascarenhas, nasceu em Lisboa em 1945. EStudou no Rio de Janeiro e Paris. Expôs em Lisboa, 1973, Luanda, 1973, Paris, 1971
Prémios: Fundação Calouste Gulbenkian, 1979, 1970, 1971 e 1972

ISOLINO VAZ


Isolino Vaz nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1922.Estudou no Porto e exerceu o ensino da arte. Expôes individualmente em Lisboa (1958), Porto (1949, 1950, 1957, 1961 e 1967,Sociedade Nacional das Belas ARtes, 1954 e 1958, Aveiro, 1974, Lourenço Marques, 1956, Matosinhos, 1958, Vila Real, 1958, na International Exibition of Ceramics, em Geveva, 1960.
Prémios: Marques de Oliveira, 1954, José Malhoa, 1956, Sociedade Nacional das Belas-Artes, 1954 e 1957

HENRIQUE TAVARES



Tinha um ar de tal modo envolvente que ao primeiro aperto de mão era como se já fôssemos companheiros de qualquer coisa desde há muito tempo. Mostrava-nos a meia dúzia de quadros novos que trazia debaixo do braço, desafiando-nos a declarar se não eram obras primas, fruto de inspirações inimaginadas.
Nunca conseguíamos deixar de comprar uma ou duas das obras a que conseguíamos encontrar sempre novos encantos. Parte das obras víamo-las, ao fim da tarde, num dos cafés mais frequentados da cidade, leiloados a pataco, porque o autor não regressava a cada com nenhuma delas.
Depois Henriques Tavares desaparecia por uns tempos. Ia para casa pintar. Depois ia até Coimbra vender pelos escritórios e cafés. E a Lisboa. Só depois voltava ao Porto, de escritório em escitório peregrinando sempre pelos mesmos sítios, com o mesmo convencimento de sempre, a festejar as musas tão generosas. Quantas colecções ficaram por aqui, em escritórios de advogados, consultórios médicos, secretarias notariais...
Até que sem que ninguém desse por isso deixou de aparecer. Volta e meia alguém ainda se lembra: «Aquele pintor que aparecia por aí...»

HERBERT SCHÜGERL






A Herbert Schügerl le han llamado el Diógenes de entre los artistas austríacos .El resultado de sus " miradas transversales " nos llega a través de mensajes comprimidos , haciéndonos un guiño a través de los signos .Y aunque lo enigmático no siempre resulte un halago ,para la vanidad del espectador ,la interpretación individual de estos mensajes desencadena el inefable placer de dejar volar libremente nuestras mentes .Las obras de Herbert Schügerl son obras que rebosan picardía :Sus formas y colores hasta cierto punto recuerdan el pop-art , pero además se intensifican consiguiendo una cierta complicidad , a través de extravagantes contenidos.

Soñar e imaginar mundos irreales , para después plasmar , con sutil maestria ,lo que esta experiencia evoca , es una de las aficiones preferidas del artista .Las formas caprichosas que se recogen en su obra pretenden ser una llamada de atención , un guiño cómplice con el espectador , seguramente ensimismado con la ternura con la que construye formas y evoca espacios .

Lleva casi cuarenta años utilizando el cincel como sinónimo de bolígrafo .Esta herramienta se ha aliado en un espontáneo ejercicio artístico que le impide corregir cada trazo que realiza .Por eso se queda siempre con la primera idea .Unas ideas que le han hecho bucear en la propia historia para hilvanar alguna de sus temáticas .Asi , además de los personajes talados en los troncos , el artista se basa en episodios de la propia historia para componer sus cuadros .

La ironía y el sentido del humor cobran gran relevancia en su obra . " Me gusta jugar con la ironía . Reirme con el espectador y , por que no , también de él , de su perplejidad " . La risa es uno de los motores de la vida y afirma el artista que le gusta tomarse con humor todo aquello que le rodea ,aspecto que se puede comprobar al observar sus obras .

El famoso filósofo austriaco Friedrich Heer atribuye a Herbert Schügerl " un despierto intelecto metapolítico " . Herbert Schügerl no pasa inadvertido , al contrario , se trata de uno de los artistas mas destacados de la actualidad austriaca . Es un artista que , según el mismo manifiesta , " traspasa las fachadas comunes de la vida cotidiana a través de sus innumerables temas ".

Texto de : B.Dobrowski , B.Herdlicka y F. Heer

RAMIRO RELVAS


Ramiro Relvas nasceu em Paços de Brandão, no dia 4 de Maio de 1924. Faleceu a 7 de Fevereiro de 2005.
O Mestre, como era conhecido, desenhou e pintou a óleo, desde 1940, participando em dezenas de exposições, individuais e colectivas, por todo País.
Em colaboração com o Museu do Papel, esta exposição temporária foi uma iniciativa da associação CIRAC – Círculo de Recreio, Arte e Cultura, de Paços de Brandão que em 1978, criou a primeira Escola de Pintura de Paços de Brandão, na qual Ramiro Relvas foi o Mestre.

Inaugurada no dia 2 de Julho de 2005, a exposição temporária contou com a presença de familiares, amigos e alunos de Ramiro Relvas.
A memória de Ramiro Relvas foi, simultaneamente, evocada no Café dos Artistas, realizado no museu, com depoimentos dos filhos do pintor, Dr. Samuel Relvas e Dr. Duarte Relvas, e do seu grande amigo, Mestre António Joaquim, que o considerava “um artista livre e não comprometido”.

Através das aguarelas de Ramiro Relvas, o mundo apresenta-se com paisagens viçosas, cheias de colorido e alegria, em suaves e límpidas manchas a que não falta um sopro da mais bela e repousante poesia: paisagens alegres, paisagens aliciantes que são toda uma evocação para os apaixonados nas belezas da natureza.”
Jaime Ferreira, Jornal Comércio do Porto.

J.VALCÁRCEL






J.VALCÁRCEL

1975
*Exposición colectiva “Estudi dárt” (Valencia)

1976
*Exposición colectiva “Estudi dàrt” (Valencia)

1977
*Exposición individual en Benimamet (Valencia)

1978
*Exposición individual en Alboraia (Valencia)

1979
*Happening urbano dirigido por J.M. Yturralde (Valencia)
*Exposición colectiva en el Excmo. Ayuntamiento de Valencia

1980
*Happening “Arte de Vanguardia” en el Museo Paleontológico de Valencia con J.M. Yturralde
*Exposición colectiva de “Expressió plástica” en el Museo de BBAA de Valencia


1981
*Exposición colectiva en el Museo Antropológico de Albacete
*Exposición colectiva “Semana cultural de Chirivella” (Valencia)

1982
*Seleccionado en el “II Concurso Nacional de Pintura- San Isidro” Vall de Uxó (Castellón de la Plana)

1983
*Monumento al “Marinero desaparecido en el mar” Cementerio Carreira-Aguiño (La Coruña)

1984
*Exposición colectiva “Segunda semana cultural de Galicia” (Vimianzo- La Coruña)

1986
*Estética de la “I Mostra de Poesía Galega e Plástica”, O Carballiño (Ourense)

1989
*Escenografía con Orballo Teatro
*Cartelería de las I Xornadas do Teatro Galego , O Carballiño (Ourense)

1990
*Cartelería “Certamen Galego de Música Pop Rock”, O Carballiño (Ourense)
*Cartelería das “I Xornadas Educación e Sociedade”, Santiago (La Coruña)
*Cartelería “Campaña escolar de teatro”


1991
*Exposición colectiva itinerante “Profesores de dibujo” Vigo (Pontevedra)
* Cartelería “III Festival do Teatro Galego”, O Carballiño (Ourense)
*Maquetación “Libro de Festas do Setembro” Concello de O Carballiño (Ourense)

1992
*Exposición colectiva itinerante “Profesores de dibujo” Vigo (Pontevedra)
*Cartelería “IV Festival de Teatro” de O Carballiño (Ourense)

1994
*Escribo y publico el libro de texto “Educación plástica e Visual na ESO” de Editorial Penta.

1996
* Cartelería del Festival do teatro Galego de O Carballiño
*Cartelería del ”Premio Antón Losada Diéguez”. Concello de Boborás (Ourense)

1998
*Exposición Colectiva itinerante “Ollo ao lixo” ADEGA

1999
*Exposición fotográfica individual “Restos despois da batalla” O Carballiño Ourense
*Exposición individual de pintura Asociación de Empresarios, O Carballiño, Ourense
*Exposición individual de pintura y dibujos “Café das Airas” O Carballiño, Ourense
*Exposición colectiva de pintura “Xociviga 99” Multifuncional de O Carballiño, Ourense
* Publicación libro de viñetas “Estamos perdidos”
*Outono fotográfico 1999
*Exposición individual Pazo de Esposende, Esposende, Ribadavia, Ourense.

2000
*Exposición colectiva itinerante “Ollo ó lixo” ADEGA
*Exposición individual Universidade de Ourense. Ourense
*Exposición individual Liceo Ourensano (Ourense)
*Exposición individual Caixa Vigo e Ourense en el Barco de Valdeorras (Ourense).
*Exposición colectiva “Pro-Bemposta” (Ourense)
*Exposición individual “Casa do Escudo”. Verín (Ourense)
*Exposición individual “Claustro Barroco”. Celanova (Ourense).
*Exposición individual “Asociación Empresarios”. O Carballiño ( Ourense).
*Exposición individual “Galería Androx”. Vigo (Pontevedra).
*Exposición individual “Consello de Allaríz. Allaríz (Ourense).


*2001

*Exposición individual “Ateneo de Ourense”/ Xunta de Galicia.
*Exposición individual “Sala Teucro”. Pontevedra/ Xunta de Galicia.
*Exposición individual “Biblioteca Manuel González Garcés”. La Coruña / Xunta de Galicia.
*Exposición individual “Biblioteca Pública”. Lugo / Xunta de Galicia.

*Exposición individual Área Panorámica -Concello de Tui (Pontevedra)

*Exposición individual "Centro Galego de LIsboa (Portugal)"

*Exposición individual Rua do Paseo- O Carballiño

*Exposición colectiva Sala Barna de Barcelona

*Exposición colectiva pro-BNG, Hostal Reyes Católicos- Santiago de Compostela

*16 Feria Internacional de Arte de Valencia

*Exposición colectiva " Colección Androx" en Villablino (León)

*Exposición individual "Centro Galego de Barcelona"

*Exposición colectiva pro-Comité Antisida- Sala Caixa Galicia-Ourense

* 2002

* Exposición individual del Colegio de España en París (Francia)

*Exposición Colectiva " Obras Grandes" Galeria Ida Sennacheribbo"- Barcelona

*Exposición individual "Irmandade Galega" de Ginebra- Suiza

*Seleccionado por la Casa de Galicia en Madrid

*Exposición individual "Centro Galego de Hannover (Alemania)

*Exposición Individual "Centro Galego en Cuxhaven (Alemania)

*ARTEXPO. Feria internacional de arte de Barcelona

*Exposición Individual "PARLAMENTO EUROPEO" (Bruselas-Bélgica)

*Exposición Individual "Diputación de Ourense" (Ourense-España)

*Exposición colectiva " Mestres pintores" (Ourense-España)

*Exposición colectiva Grupo Androx- Peñafiel ( Valladolid)

*Exposición colectiva Sala Ca-revolta- Valencia

*Exposición individual Galería Xeito de Madrid

*Exposicion individual en la Casa de Galicia de Madrid

*Exposición colectiva Galería Alameda- Vigo

*5ª Feria de arte de Sevilla

*Exposición colectiva Galería Androx (Vigo)

2003

*Exposición colectiva Galería Gabernia (valencia)

*Exposición individual Galería Ida-Sennacheribbo (Barcelona)

*Feria de Castilla-León ARCALE (Salamanca)

*Exposición colectiva Galería ANNIA (Salamanca)

*Exposición individual Galería ARTE IMAGEN (La Coruña)

*Exposición individual Sala Gabernia (Valencia)

*Exposición individual Iradier9 (Vitoria)

*Exposición colectiva Galería Visol (Ourense)

* 6ª Feria der arte de Sevilla



2004

*Exposición individual Galería Androx (Vigo)

*Exposición individual Galería El Portal de San Andreu-Barcelona

*Exposición individual Galería Annia de Salamanca

* V Edición de Arte Galego- Galería EM-C Santiago de Compostela

*Exposición Colectiva Galería Trisquel y Medulio de Tui (Pontevedra)



2005

* Unclaimed Luggage- Circulo de BBAA de Madrid

*Feria internacional de arte de Gante (Bélgica) LINEART 2004

*Exposición individual Galería Sardón (León)

*Exposición individual Galería Ida Sennacheribbo (Barcelona)



2006

*Exposición individual Galería EM=C*

*Exposición individual Galería Trisquel e Medulio (Tui -Pontevedra)

*Exposición individual Galería Visol ( Ourense)

*Feria internacional de arte de Marbella (Málaga)

*Exposición colectiva Galería AURIOL de Santiago ( A Coruña)

*Exposición individual Galería COARTE ( A Coruña)



2007

*Exposición individual Galería Sardón (León)

sexta-feira, 22 de maio de 2009

GUSTAVO FERNANDES





GUSTAVO FERNANDES






GUSTAVO FERNANDES

Nasc. Lisboa, 1964. Viveu 13 anos no Canadá, nos períodos de 1975/1979 e 1981/1989. Frequentou a Escola de Belas Artes Mission Renaissance, o programa de Artes Plásticas e Gráficas do Dawson College e os cursos «Drawing from the Artist within» de Betty Eduards e «The Natural way to Draw» de Nicolïdes, em Montréal. No interim da sua permanência de dois anos, em Portugal, trabalha sob orientação do retratista Francisco de Oliveira. Os seus primeiros contactos com os meios artístico e cultural desenvolvem-se em Montréal, onde leva a cabo as suas primeiras exposições (Galerie Triolet e La Bourse d?Art). Regressa definitivamente a Portugal, em 1989, instalando as bases do Atelier de desenvolvimento Artístico - Galeria dos Arcos (Oeiras) que irá consolidar em 1992. Em 1993, é co-fundador do Grupo Artitude (com Luís Vieira-Baptista, Magnus de Monserrate e Victor Lages), que se extingue em 1996. As suas actividades cultural e artística profissional, no mercado, autonomizam-se e evoluem, desde então, sem que, todavia, perdesse os contactos individuais e afectivos que emergiram das mais gratificantes sinergias do Grupo.

EXPOSIÇÕES
Realiza um total superior a 180 exposições, recenseada a sua distribuição por: 32 mostras individuais, 25 Conjuntas e de Grupo (19 integradas em actividades do Grupo Artitude, entre 1993/96) além de participações em mais de 127 colectivas, desde 1983 a 2003.

PARTICIPAÇÕES EM MOSTRAS DE ARTE CONTEMPORÂNEA NO ESTRANGEIRO
«Peinture Portugaise Contemporaine à la Veille du XXIe Siècle», Bruxelas — «Mostra di Arti Applicate Contemporanea», «OKA — Objectos com Alma», USA, «Viagens em Portugal» — Varese, Milão, «2nd World Water Forum & Ministerial Conference» e «Artists Water, Seven Seas Project», Institute of Social Studies, Haia — Holanda, The Circle of «United Buddy Bears» for UNICEF, Berlim, Alemanha (Buddy Bär Berlin GmbH).

REPRESENTAÇÕES
Grande parte da sua obra encontra-se representada em acervos institucionais, públicos e privados, e em colecções particulares, em Portugal e dispersas por vários países (Canadá, U.S.A., Países-Baixos, Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Espanha, Áustria, Finlândia, Brasil e Japão).

EDIFÍCIOS-SEDE
Do Grupo Edifer, Zara Portugal, Nokia Telecomunicações Portugal, Hotel Marquês de Pombal, Lisboa Inspecção Geral da Administração Interna, nos Municípios de Oeiras e Vendas Novas,

MUSEUS
Museu da Água — E.P.A.L, Museu João Mário, Alenquer.

PERMANÊNCIA EM GALERIAS DE ARTE
Galeria LCR, Sintra, Galeria S. Francisco, Lisboa, Galeria Pepper?s, Caldas da Rainha, Galeria do Casino, Estoril, Galeria Galveias, Lisboa, Galeria Arte na Vila, Cascais, Galeria 9arte.com e Galeria Arte Viva (Helga Sprengler), na Alemanha.

PRÉMIOS
II Prémio «Fidelidade» para Jovens Pintores , Lisboa 90.

Prémio Electroliber para o melhor conjunto, Sintra 92

Prémio Publico de Pintura 2001, Galeria D´Art Vincent INDEG ( Business School ISCTE), Lisboa 2001

BIBLIOGRAFIA
«MECENATO CULTURAL — No Espaço em que vivemos Hoje» de Maria do Céu Gomes (Sociologia da Arte — tese de curso / mestrado em História da Arte, Fac. Ciências Sociais e Humanas, Univ. Nova, Lisboa 1989/90 · «EDIFER, S.A. — 25º Aniversário» — Edição comemorativa, Lisboa 1991 · «As Esperanças Plásticas Portuguesas» de Manuela Synek e Brás de Queirós, 1992 · «Guia D’Arte| Portugal 1992» — SPDAP / ARTEBOLSA (Revista «Artes & Leilões»), 1992 · «Aspectos das Artes Plásticas em Portugal» de F. Infante do Carmo, 1992 · «Artes Plásticas Portugal: O Artista, seu Mercado» de Narcizo Martins, 1993 · «CRIARTE» — Instº. Apoio à Criança, Universitária Editora, 1993 · «ARTE 98», de F. Infante do Carmo, 1998 · «Directório de Arte»/Art Guide, Arrábida Editora 1990/2000 · «Pintura em Portugal — 2001» (coord. Gil M. Cancela Leite/pref. Carlos Resende) Universitária Editora, Lisboa 2001

GALIA BLANCO






Galia Blanco comenzó a pintar muy pronto. A los 13 años expuso por primera vez. Licenciada en Periodismo, ha publicado numerosas críticas de arte en el Diario El Mundo Galicia, El Mundo del Siglo XXI, y en la revista Galicia, entre otras y fue directora de Comunicación de la Fundación Eugenio Granell.
Galia se crió entre artistas. Músicos, pintores, cineastas... eran familia, amigos y visitas habituales. Hija de la primera generación de divorciados de España, tras cuarenta años de dictadura, se crió con su madre, sin televisión, y jugando con los adultos a hacer cadáveres exquisitos o publicar revistas inviables aunque llenas de entusiasmo. Desde niña hizo pequeños trabajos en cine (protagoniza un corto con 8 años), teatro, talleres de videocreación... y publicó poemas y relatos, siempre alentada por un ambiente creativo, que desde muy pronto y para siempre estuvo unido al artista Antón Sobral, quien le enseñó nuevas formas de disfrutar del arte y puso nombre y teoría a lo que ella había intuído.
Participó en varias exposiciones colectivas e hizo algunas individuales, la primera en el Hispano 20 en Santiago, a los 16 años, después en el Ateneo de Ourense y la Casa da Cultura de Pontevedra, en 2003. En 2007 expuso en el Centro Social Caixanova, en Vigo y participó en el II Certamen de Artes Plásticas de Navacerrada. Tiene obra en la Colección Caixanova.
Hasta el 30 de diciembre de 2008 expone en la Casa de Galicia en Madrid.

-º-º-º-º-º-º-º-º-º

X. Antón Castro.


El Pop ha asociado su supervivencia o sus continuas recurrencias al mismo acto salvífico de la pintura y, como filosofías estéticas que marcan momentos artísticos –tal ha sucedido con el Surrealismo, que no es un estilo, sino una forma de pensar, de escribir, de hacer arte o de vivir -y así lo explicaba hasta el final de sus días uno de sus grandes protagonistas, Eugenio Granell-, ha descrito un horizonte que trasciende su sacralidad laica de los años sesenta. Los textos de Arthur Danto no han hecho más que recordarlo a lo largo de los últimos quince años y las Brillo Box de Andy Warhol han sido su revolución en la tierra, en el 64, con la exaltación de los significados por encima de los significantes formalistas del modernismo de Clement Greenberg. He ahí la cuestión: Danto quiere mostrarnos que el inventor de la cajas de Brillo logró convertir en arte los objetos e iconos de la experiencia cultural del común de los mortales*1.

Definitivamente el Pop nos dejaba ver entonces el final de un arte y nos proponía un acercamiento a la vida real, frente a la teoría del gusto onanista de la dupla Kant-Greenberg, con el fin de aquellos relatos, en el marco de una post-historia estética, definida por la filosofía. Y aquí penetran una serie de lenguajes y de respuestas pragmáticas de

JOSÉ CABELLO RUIZ







PREMIOS

1976 2º Premio de Corinda Art Festival, Australia

1977 1º Premio de Corinda Art Festival, Australia

1978 1º Premio de Corinda Art Festival, Australia

1988 3º Premio Villa de Fromisa, Palencia

1989 2º Premio Sevilla la Nueva, Sevilla

1992 3º Premio Horche, Guadalajara
1992 1º Premio Miraflores de la Sierra, Madrid

1993 Accesit Fromista, Palencia
1993 2º Premio Horche, Guadalajara



1994 1º Premio Horche, Guadalajara

1995 Seleccionada III Concurso Pintura Recoletos, Madrid

1996 Premio Euronido Ávila Certamen de Pintura rápida

2006 1º Premio de Pintura Almanza, Soria
2006 Mención de Honor Fuente de Cantos, Badajoz
2006 1º Premio de Pintura rápida Estación de Atocha

2007 1º Premio Fedipica, Feria de Dibujo de Pintura Catalana. Madrid

2008 1º Premio Fedipica, Feria de Dibujo de Pintura catalana, Madrid



EXPOSICIONES EN ESPAÑA

1984 Puente Genil Centro Cultural

1986 Tarancón centro de Exposiciones

1987-88 Exposiciones colectivas en la comunidad de Madrid

1988 Centro Cultural Villaverde de Madrid

1989 Nerva Huelva
1989 Punta Umbría. Huelva

1990 Ecija, Sevilla
1990 La Morera, Badajoz

1991 El Vendrell, Tarragona
1991 La Morera, Badajoz

1992 El Vendrell, Tarragona

1993 El Vendrell, Tarragona

1994 Sala de Exposiciones del Corte Inglés en Málaga, Sevilla, Vigo, La Coruña y Madrid
1994 El Vendrell, Tarragona




1995 El Vendrell, Sala de Exposiciones de La Caixa

1996-97 Exposición Premios del Certamen de Pinturas de Ávila
1997 Galería Biblo Art, Badajoz
1997 Museo del Vino, Villafranca del Penedés
1997 El Vendrell, Caixa Tarragona

1998 Sala de Exposiciones de Caja de Badajoz
1998 Sala de Exposiciones del Corte Inglés de Sevilla

2002 Galería Biblo Art, Badajoz

2003 Galería Den inf, Tarragona

2004 Sala de Exposiciones Delicias, Madrid

2005 Galería Delicias, Madrid

2006 Feria de Dibujo de Pintura Catalana (Fedipica), Madrid

2007 Galería Zaca, La Granja, Segovia
2007 Sala de Exposiciones el Collado, Soria

MANUEL SUAREZ CASAL






“Va para una década que empezó su camino con constancia y su creatividad, granó recreándose en una obra muy interesante y personal. El arte de Suárez Casal sensible y reflexivo lo llevó a profundizar en los motivos que definen siempre una trayectoria de futuro. Estoy en la seguridad que continuará por este camino, como un peregrino seguro de su éxito”.

M. Pardo de Vera.
Pintora de la Directiva A.A.A Coruña.

“Manuel Suárez, es un pintor ortodoxo y caval, en estos tiempos en que casi todos los pintores pretenden ser artistas antes de aprender a pintar, el caso de Manuel Suárez resulta casi insólito. El destino de los pintores es algo, hoy en día, muy difícil de predecir, sobretodo en una persona joven e inquieta como Manuel Suárez. Pero Manuel Suárez es hombre serio y de convicciones sólidas, por cuanto es muy posible, que nos encontremos ante un gran pintor”.

Antonio García Patiño.
Pintor.

“Sus obras invocan al entendimiento con mucho color y forma. Figuras, mitad del medieval mitad del futuro, medio reales medio soñadas, definidas y reconocibles. Músicos de ojos cerrados, damas de largas trenzas, secretos tras celosías. Un mundo en técnica mixta agradecido de ver”.

(Diario Estrella Digital).

“Es la suya una exposición muy agradable, basada en la figuración un tanto arcaizante que recuerda el estilo prerafaelista, y por la sorprendente combinación de elementos medievales y futuristas que le dan a su obra un toque de originalidad muy atractivo”.

D. Joaquín Lens.
Crítico de Arte.

“Los entornos y los instrumentos de esta época se mezclan con los grandes volúmenes y los ropajes metálicos. Todo ello se plasma con la única intención de ofrecer un momento de sosiego, un entorno de poesía. La suma de estos componentes tiene un resultado novedoso, que llena de originalidad toda la obra. Sin duda, el espectador se encuentra ante una nueva concepción de arte figurativo. La renovación de los temas y el tratamiento de las figuras trascienden más allá de las etiquetas comunes”.

Ideal Gallego (Redacción).

“Recordarles que se den una vuelta por el Hotel Meliá Mª Pita para disfrutar de la estupenda exposición de pintura de Manuel Suárez Casal. La calidad de su pintura la pueden comprobar hasta el día 30 de este mes. Me lo agradecerán”.

R.L. Moskowich.
Crítico de La Voz de Galicia.

“Manuel Suárez ha evolucionado hacia un estilo más personal en el que la ironía y una mayor libertad son los elementos más destacables. Buena muestra de este carácter irónico, esperpéntico a veces, en que se mueve, es su obra reciente”.

D. Joaquín Lens.
Crítico de Arte.

“Damas medievales y trobadores que parecen haber salido de una vidriera gótica. El mundo poético de Manuel Suárez está poblado de seres enigmáticos y atemporales que cierran los ojos para no despertar de sus líricas ensoñaciones.
En la pintura de Manuel Suárez, la solidez de la estética romántica, la elegancia de la escuela de Rafael y la modernidad del cubismo se dan la mano, para crear un mundo donde los volúmenes rotundos de paños e instrumentos musicales encuentran su equilibrio en los vivos contrastes cromáticos”

M. Carmen López.
El Ideal Gallego

EXPOSICIONES INDIVIDUALES

1.997 - Tranvía. A Coruña.
- Macondo. A Coruña.
- Picasso. A Coruña.
- Capuchino. A Coruña.

1.998 - Club del café. A Coruña.
- Macondo. A Coruña.
- El Feudo. A Coruña.
- Sala de exposiciones Asociación de Artistas. A Coruña.

1.999 - Bomob espacio de arte. A Coruña.
- Bomob espacio de arte. Vigo.

2.000 - Sala de Exposiciones Centro Comarcal A Estrada. Pontevedra.
- Cascarilla. A Coruña.
- Lautrec. A Coruña.


2001 - Galeria Super Arte. A Coruña.
- La Tacita D`Juan. Santiago de Compostela.
- Colegio Oficial de Arquitectos de Galicia. Ferrol.
- Américo Tavar. Lisboa.
- Hotel Meliá Maria Pita. A Coruña.

2.002 - Restaurante Bania. A Coruña.

2.003 - Sala de exposiciones Portas Artabras "Asociación de amigos de los museos de Galicia"
- Mas Pi Galería d´Art. Girona.
- Casa de Galicia (MADRID) Xunta de Galícia

2004 - Exposición itinerante La Coruña – Lugo. Xunta de Galícia.
- Exposición Casino del Atlántico.

2005 - Galería Coarte “spatium novis” La Coruña.

2007 - La Tacita de Juan. Santiago de Compostela

2008 - Claustro dos bispos . Parador Santo Estebo. Orense
- Hotel NH Atlantico. La Coruña



EXPOSICIONES COLECTIVAS

1.996 - Pequeño formato. Asociación de Artistas. A Coruña.

1.997 - Pequeño formato. Asociación de Artistas. A Coruña.
- XI Certame Galego Artes Plásticas Xuventude. Carballo.

1.998 - Artexove´98. Puentedeume.
- Pequeño Formato. Asociación de Artistas. A Coruña.
- XII Certame Galego Artes Plásticas Xuventude. Carballo.
- II Congreso Nacional Artes Plásticas. O Porto.

1.999 - Artexove´99. Puentedeume.
- IV Certame de Arte “ Galeria Burela”. Lugo.

2000 - Feria del Dibujo de La Coruña. A Coruña.
- Certamen Absolout Vodka. Sala de Exposiciones de la Estación Marítima de La Coruña. A Coruña.

- Exposición itinerante “Acordes y Desacuerdos”. A Coruña y Santiago.




2.001 - IV Certamen de Pintura. Isabel Fernández Almansa.
- Sala de Exposiciones Fundación Diaz Caneja. Palencia.
- XVIII Edición Supermercado del Arte. A Coruña.

2.002 - Exposición “Sete visions “. Galería Artsil

2.003 - XX Edición Supermercado del arte . A Coruña.
- Exposición I Semana Marineda Joven. A Coruña.

2005 - Feria asociación artistas plásticos galegos, A Coruña,Lugo,Viveiro.
- XXII Edición Supermercado del Arte, A Coruña, Barcelona.
- Club Financiero de La Coruña. Exposición A.R.G.A.

2007 - Puroarte ,Vigo.
- Artz, Zaragoza.

2008 - Diez creadores . Asociacion Artistas. La Coruña.

VARIOS

Obra permanente en:
- Galería “ Arte e Imagen”. A Coruña
- Galería Bankcrédito La Coruña.
- Galería Coarte La Coruña.
- Galería Rua Nova . Lugo.
- Fundación Rodríguez Iglesias.

CERTÁMENES

- Primer premio pintura en el IX CERTAME DE ARTE “GALERIA BURELA”
- Premio Renfe 2008 al mejor conjunto de obra.

Seleccionado en los certámenes:
-XI certame galego artes plásticas xuventude´97.
-XII certame galego de artes plásticas Xuventude´98.
-Artexove´98.
-Artexove´99.
-IV certame de arte “Galería Burela.
-I certamen de pintura Absolout Vodka.
-IV certamen de pintura Isabel Fernández Almansa
-Pintura do mar Cedeira
PUBLICACIONES

- Revista Circulo de Dirigentes.
- Revista Revistart.
- Diario Estrella Digital.
- Diario La voz de Galicia.
- Diario El Ideal Gallego.
- Diario La Opinión.
- Diario de Ferrol.
- Diario El Correo Gallego.
- Diario El Punto de las Artes.

BIBLIOGRAFIA

- Catálogo nacional de arte. Canart 01/05
- Guía de artistas de Galicia.
- Enciclopedia –Mitoloxia Clásica en Galicia

MARIA ARCEU







Maria Arceu nasceu em Lisboa em 1950.
No seu curriculum constam cerca de 200 exposições
entre individuais e colectivas,bem como ilustrações de alguns livros.
O contexto da sua pintura visionária é vasto, tanto no mundo dos elementais da natureza
(o seu preferido) como o Mitológico e o Esotérico (Ciência das Idades)
Quanto ao aspecto abstracto, a sua pintura faz ressurgir a eterna Atlântida e a
formação dos Mundos, através de um turbilhão de energias coloridas.
Representada em várias Colecções Particulares e Públicas;
Referenciada no Anuário de Artes Plásticas, “Edições Estar”, de 95 e 96/97
Autora de Trabalhos reproduzidos em Postal;
Ilustrou livros do Centro Lusitano de Unificação Cultural (C.L.U.C.)
Citada no livro “50 Anos de Pintura e Escultura em Portugal” Universitária Editora
Citada no livro “Pintura em Portugal - 2001”, Universitária Editora
Citada no livro “Aspectos das Artes Plásticas em Portugal” de Fernando Infante do Carmo
Citada no livro “Guia Europea de Bellas Artes - 2000”
Medalha de Bronze da Académie Européenne des Arts, Paris, 1998
Medalha de Prata da Académie Européenne des Arts, Paris, 1999
Medalha de Prata da Académie Européenne des Arts, Paris, 2000

Instituições de que é sócia:
S.N.B.A. - Sociedade Nacional de Belas Artes
S.P.A. - Sociedade Portuguesa de Autores
A.E.A. - Académie Européene des Arts, Paris

Pesquisar neste blogue

Acerca de mim

A minha foto
Porto, Portugal
GALERIA DE ARTE CONTEMPORÂNEA LARGO DOS LÓIOS,50 4050-338PORTO (+351)222005156 galeriavieiraportuense@gmail.com www.galeriavieiraportuense.com