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sábado, 23 de maio de 2009

PINHO DINIS


Dinis, Pinho (1921)


Acervos

Museu de Arte Contemporânea - Lisboa (Portugal)

Museu Machado de Castro - Coimbra (Portugal)

Museu Soares Reis - Porto (Portugal)

Museu Nacional de Belas Artes, MNBA - Rio de Janeiro RJ

domingo, 10 de maio de 2009

VICTOR SILVA BARROS







Victor Silva Barros está representado em colecções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Holanda, Suíça, Alemanha, Bélgica, Estados Unidos e Rússia.
Individualmente apresentou mostras nos museus de Ovar, Albano Sardoeira, Amarante, Martins Sarmento, Guimarães, nas Galerias Picasso e 1990 d. C., Viana do castelo, Árvore, Porto, Primeiro de Janeiro, Porto e Coimbra, Capitel, Leiria (Turismo), Caldelas, Póvoa do Varzim, Chaves, Casa da Cultura, Fafe, Horizonte, Figueira da Foz, Convés, Aveiro, Orfeu, Androx e Caixa de Vigo, Deputatión Provincial de Lugo, Casa da Cultura de Ourense, Centro Unesco do Porto, Porto, Galeria Municipal, Aveiro, Museu Municipal Rámon Maria Aller, Lalin, Galiza…
Em 1991 o Museu dos Biscaínhos de Braga dedicou-lhe uma retrospectiva da obra dos anos 80.
Colectivamente participa em mostras em Viana do castelo, Porto, Lisboa, Aveiro, Vila Nova de Famalicão, Ibiza, Bilbao, Burgos, Vigo, Santander, Vallodolid, Madrid, Monte Carlo, Tokio, Okinawa, Nara, Fukuoka, Langeac, Rion, Chatel-Guyon, Puy-en-Veley, Saint- Julien Chapiteuil, Paris, Quebec…salientando-se:
1981:«Inaugural Exhibition of de Japan International Artist Society», Art Museum of China,Tokio, Yamakataya Department Stores, Okinawa. Perfectural Museum, Nara.1982: Fukuoka Perfectural Culture Hall, Fukuokas. «XV e XVII Grand Prix International d’ Art Contemporain», Monte Carlo. «Biennale International Quebec/ França, Galeria Anima G., Quebec. «Ibizagrafic 74», Museu de Arte Contemporaneo de Ibiza.«Artender 82», FFeira International de Muestras em Bilbao. «Galería Arlazón», Burgos. «Galeria Millares», Madrid. Salão dos Independentes, Paris. «Exposition International de Paris», Galerie de Nesle, Paris. «IX Hall Au Toile», Marie du VI arrindissement, Paris, «Victor Silva Barros/ Álvarez Domingues/ Cristian Léo», Galerie du licorne Hotel, Puy-en- Velay, I e II Exposições Colectivas da Cooperatgiva Árvore, Porto. «Arte ao Ar Livre», Aveiro, «Biennale International D) Auvergne». Chatel-Guyon. «Arte Nuevo-Años 90», Centro Cultural Galileo Madrid. Inter- Artes 93 e 94, Vila Nova de Famalicão, «II Prémio de Pintura Eixo do Atlântico», Casa das Artes, Vigo. Itenerante Portugal Galiza.
Há v+árias referências e análises criticas em numerosas publicações , das quais se destacam: «Portuguese 20 th Century Artists», Londres 1977, « Anuaires National dês Beux – Arts, «French Fine Arts Directory», Editions Thibaud, Paris 1983, 1994, r «El Colectivo Andox», Vigo 1989.
Entre 1068 e 1977, colabora em vários jornais nacionais com contos, poesia, textos de investigação, teóricos e de crítica de ARTE: «RUPÚBLICA»,«PÁGINA UM», E «DIÁRIO DE COIMBRA» ENTRTE OUTROS.
EM 1988 PUBLICA «ON ROAD», COLECÇÃO DE TEXTOS DE SUA AUTORIA INSERIDOS EM CATÁLOGOS ENTRE 1969 E 1988.

sábado, 9 de maio de 2009

IRENE PISSARRO


Irene Pissarro
Irene Pissarro nasceu em Lisboa em Novembro de 1957.
Estudou Cerâmica e pintura e Artes do Fogo na Escola De Artes Decorativas António Arroio.
Estudou Pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa
Estudou Design e Tecnologia Para a Cerâmica na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha.
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Filosofia
A minha pintura assemelha-se a um jogo. Um jogo onde entram vários elementos, como o ponto, a linha, a cor.
Esses elementos interagem e poderão dar origem a formas, a texturas, a volumes, ao espaço, etc.
Constituem uma linguagem pictórica composta dos elementos que ganham sentido numa composição, como na linguagem verbal.

Biografia
Irene Pissarro nasceu em Lisboa em Novembro de 1957
Estudou Cerâmica e pintura e Artes do Fogo na Escola De Artes Decorativas António Arroio.
Estudou Pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa
Estudou Design e Tecnologia Para a Cerâmica na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha.
Mostrou o seu trabalho na 1ª Exposição da “ARCO” de Madrid
Em 1998, expôs na galeria da Junta de Turismo da Ericeira
Em 1978, formou a sua própria empresa no ramo da Cerâmica e Pintura exercendo essa actividade durante 12 anos.
Forneceu regularmente para diversas empresas de decoradores.
Forneceu regularmente trabalhos para as empresas “ALTAMIRA” e “DIMENSÃO” em Lisboa.
Actualmente exerce actividades no ramo das Artes Plásticas e Cerâmica.
Paralelamente é professora do quadro no grupo de “Artes Visuais” e exerce essa profissão há 19 anos

sexta-feira, 8 de maio de 2009

BEATRIZ ANSEDE


Nasce em Irixoa (Coruña), começa as suas exposições individuais no ano de 1986. A paixão que sente pela pintura impulsionam-na a investigar os vários suportes e técnicas pictóricas, passando por distintas etapas evolutivas, estando, presentemente, o seu empenho virado para as atmosferas e a luz.
Ao longo da sua carreira profissional colaborou com diferentes entidades e participou em numerosos projectos. Em 1995 participou na ilustração dos livros de poesia “Nuevas Luces” e “A La Luz del Miño”, participando neste mesmo ano nos encontros luso-galaicos, nos antigos paços de Viana do Castelo. Um ano más tarde é chamada a colaborar na elaboração de um mural na Praia de A Calzoa em Coruxo (Vigo) em conjunto com um grupo de artistas.
Anos mais tarde, em 2000, participou no curso sobre pintura e animação cultural, organizado pela UNESCO e nos anos seguintes, presta a sua colaboração a diferentes causas, como Aldeas Infantiles em Vigo, Artistas solidários com o povo Masai em Santiago, Comité Antisida de Ourense ou Ancianos do mundo em Lugo.
Nos últimos anos desenvolveu a sua capacidade organizativa, colaborando de forma activa em eventos como o XII Simpósio Nacional de Aguarela celebrado em Santiago em 2004 e um ano mais tarde a exposição O Mar celebrada em Sanxenxo em 2005 a propósito da volta ao mundo de Volvo ocean race.
É sócia fundadora da Associação de Artistas Galegos, ARGA.
A sua última colaboração foi a ilustração do livro de Xulio Valcárcel “Se envellecemos xuntos” em 2008.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

MARIA XÉSUS DÍAZ


Inicia-se no desenho e na pintura na Escola de Artes da Corunha, embora a sua verdadeira formação tenha começado na década de oitenta, de forma individual.
1987 Expõe pela primeira vez em Madrid, na I Muestra de Unión Fenosa de Arte Contemporáneo e, em seguida, no Ajuntamento da Corunha, em exposição colectiva.
Depois deste primeiro contacto com o apreciador da arte, a sua formação e a busca de um estilo próprio ocuparão o tempo da artista durante anos.
1996 - 2000 Na segunda metade da década de noventa ocorrerá a primeira etapa da sua obra pictórica. Estilo de tendências naïf y cores vivas: alaranjados, rosas e amarelos. Gentes, bodegões e paisagens gallegas, as quais se tormam a sua marca.Nestes anos expõe no Hércules Coruñés, no Casino, na Asociación de Artistas e na Sala Goya de A Coruña, assim como no Liceo de Betanzos.
2001 - 2004 A partir do ano 2000 a sua obra começa a percorrer o resto da geografía galega. Vai diminuindo a tendência naïf para dar passo à paisagem realista com tintas impresionistas, heredada de la etapa anterior. Busca de nuevas tonalidades y colores: azuis, verdes. Alargamento de horizontes e novas técnicas. Expõe na Junta de Galicia em Lugo e em distintos pontos de Pontevedra.
2005 - 2008 Nos últimos anos ultrapassa as fronteiras da Galiza, sentindo-se a artista em maior plenitude.Mais que nunca, prevalece a cor sobre o desenho, a camino do impresionismo realista. Uso completo da paleta. Um novo regresso à paisagem galega e a introdução na paisagem parisiense, com o pretexto de exposições nesta cidade. A sua obra visita Córdoba, Marbella, Madrid, Barcelona, Paris, Ferrol, Ciudad Real Y La Rioja, sem deixar de expor na sua cidade natal.
Projectos concertados para 2009 Neste ano tem projectos de exposiçãon em: Galeria “Vieira Portuense” (ESPAÇO LOIOS), Oporto (Portugal), galeria Artear (Zaragoza), galeria Ramallosa, Nigrán (Pontevedra). E participação nas feiras de Arte de A Coruña e Bayona (Pontevedra)

quarta-feira, 6 de maio de 2009

PEDRO BUENO SALTO


Un viaje a través del tiempo y el espacio
El pintor coruñes Pedro Bueno nos deleita con un viaje múltiple a través del tiempo y del espacio; del espacio, llevándonos por ámbitos conocidos de nuestra geografía, como la Dársena o el puerto, o por las calles de bulevares de emblemáticas ciudades europeas, como Lisboa, Praga o París; y el tiempo, retrotrayéndonos al Berbés antiguo o a la plaza de María Pita de los año 20.
En cualquiera de estos viajes-pretexto para ese otro viaje íntimo e irrepetible, que es de la creación plástica – nos sumerge en atmósferas evocadoras, de una estudiada entonación, eligiendo el cromatismo que mejor casa con cada uno de los lugares representados. Podríamos decir también que, consciente o intuitivamente, ha puesto en parangón y en contraste la Europa calida, la de los cielos claros y las casa de color ocre, rosado o salmón, con la Europa gris, la de los cielos encantados y lluviosos, la de las plateadas lejanías y de húmedas y espejeantes piedras.
Ejemplo claro de esa Europa luminosa es un cuadro en el que representa una calle de la vieja Lisboa del barrio alto, con su tranvía amarillo, sus casas doradas, sus cielos membrillo y sus sombras color tierra rojiza. Calidez y frescura, murmullo y silencio conviven, creando sensaciones intensas, casi táctiles y olfativas; nos invita, a los que hemos viajado por esa ciudad, a recrear la envolvente poesía que se respira, la nostalgia profunda y ardiente que es el alma de Lisboa y que se columpia en el fado.
El París de nuestros melancólicos recuerdos, la emblemática ciudad que fue el ombligo del mundo durante la primera mitad del siglo XX, nos es devuelto en una vista del “Boulevard Saint Denis”, encapotado por blancos celajes, recorrido por invisibles auras cenicientas, humedecido por las leves lluvias. Una atmósfera de soledad lo envuelve todo, se respiran ausencias, se escuchan ecos de pisadas, se adivinan miles de historias.
Parecidas emociones nos trasmite su visión de Praga, un paseo crillado del río, con sus recovecos misteriosos, sus umbríos rincones y sus aguas mercuriales perdiéndose por la curva de la lejanía.
Uno de los canales de Venecia nos empuja también hacia las estaciones del silencio, nos envuelve en las sombras chapapote que rebotan contra las fachadas ocre creando un claroscuro de arcanas insinuaciones. Venecia es, desde luego, el lugar de Europa donde la vida y la muerte, el día y la noche, el abismo y la vertical del cielo se enfrentan con más fuerza.
Pensamos que Bueno ha querido inspirarse; en todo caso, este cuadro, como todos los de la muestra, utiliza un lugar conocido como incentivo para llevarnos hacia lo desconocido, hacia la extrañeza, que es la misión de toda obra de arte que se precie. El contrastado juego de luces, las texturas, la libertad expresiva de la mancha, las salpicaduras lanzadas al azar, el vuelo inédito de una forma, el matiz….., todo habla de que el tema es sólo un pretexto para crear un texto personal, una red de emociones pictóricas que se sustentan en sus propias interacciones, en su diálogo mudo. El fondo o motivo es sólo el sostén de la forma y no al revés
Cuando nos conduce a Coruña de los años XX, el Palacio Municipal queda envuelto en áureas violáceas, esquinado de la cuesta de San Agustín que parece ofrecer un blanco camino hacia perdidas alturas o hacia irrecuperables ancestros; sólo las piedras permanecen. Igual nostalgia nos devuelven las siete dornas que se mecen en el puerto del Berbés, entre una explosión de luz y de sombras malva que titilan en las quietas aguas, conmovidas por ondas de profundidad; son esas las ondas de la remembranza, la agitada mancha que nace de la mano del pintor queriendo decir lo inasible.
Entre los cuadros mas poéticos de exposición figura, según nuestro criterio, una visión nocturna de Santa María a Nova de Noia, absolutamente misteriosa y mágica, con su rosetón y su pórtico abriéndose hacia las honduras de algún Grial escondido, de alguna inaciática y escondida liturgia transformadora.
Y, junto a todo ello, las lontananzas anaranjadas del puerto coruñes prometiendo infinitos y el mar del Orzán, abismal, inmenso, sobrecogedor.
Anxeles Penas. Critica de Arte. El Ideal Gallego

PEDRO BUENO SALTO




COMPROMISO CON LA PINTURA
Hay pintores que, ajenos a las modas y despreocupados por tener que agradar a toda costa a público y critica, vienen desarrollando con dedicación y gran profesionalidad, fruto de su amor por el arte, una obra desigual en los resultados, pero siempre caracterizada por su honradez. Su compromiso lo es sólo con la pintura.
Viene esto a cuentote la última muestra de Pedro Bueno Salto ( A Coruña, 1.952 ) Pintor autodidacta que viene exponiendo con regularidad en los últimos años y ha sido seleccionado, y en varias ocasiones premiado, en certámenes como el Díaz Pardo o concello de Cambre. Sus muestras suelen presentar series homogéneas en torno a un motivo: Los Pecados Capitales, Aquelarres o Tauromaquia, por citar las más recientes.
Durante este mes presenta en el Casino del Atlántico un conjunto de doce piezas en las que el motivo común es el de plasmar diferentes paisajes urbanos: Venecia, Praga, París…y, por supuesto, A Coruña. Reconozco que dicho así, el lector podría hacerse una imagen equivocada de en que consiste la exposición. Pues si algo conviene aclarar inmediatamente es que no nos encontramos ante unas obras tópicas y manidas. Al contrario, la visión que transmiten estos cuadros, la mayor parte de gran formato, es la de una interpretación muy personal. Partidario de una figuración expresionista, sostenida siempre en una gran técnica dibujística y un buen conocimiento de la cocina pictórica, Pedro Bueno atrapa el espíritu de las ciudades y transmite al espectador la impresión subjetiva que su contemplación le sugiere. Lejos de interpretaciones oníricas que practicó antes, estos paisajes urbanos están tratados desde una actitud realista, la que no impide que el pintor busque captar sobre todota la atmósfera de esos lugares. De ahí que buena parte de la superficie del lienzo o la tabla dedique a plasmar con trazos muy sueltos pintados con brocha de gran tamaño el aire que los rodea. El resultado es, en la mayor parte de los casos, de una gran brillantez y fruto siempre de su único compromiso con la pintura.
Joaquín Lens. El Punto de las Artes. Critico de Arte

PWDRO BUENO SALTO






La obra de Pedro Bueno es fruto de la dedicación y del trabajo, pero sobre todo de un enorme amor al arte plasmado en la pintura que ha desarrollado toda su vida. Su labor ya ha sido reconocida en numerosas ocasiones siendo merecedor de distintos premios y pasando a formar parte de los fondos y colecciones de toda Galicia.
Con una formación autodidacta ha sabido elaborar un estilo tremendamente personal en el que se dejan ver paralelismo con otros pintores gallegos, como Antonio Lago – con el que se vincula mucho más en sus comienzos – o Sotomayor.Y, es que su pintura es indudablemente gallega. Es imposible desvincular a Bueno Salto de la herencia de su tierra. Galicia se manifiesta tanto en el colorido conseguido muchas veces a base de grisallas donde se mezclan tonos tejas y marrones con puntos de claridad, como en una técnica destinada a conseguir una pintura de carácter marcadamente sensorial, una pintura que invita a ser contemplada con el sentido de la vista y el sentido del tacto. Así, hace hincapié en las técnicas mixtas y en la combinación de empastes limpios con texturas mucho menos matéricas y de zonas de gran plasticidad con otras de mayor agilidad de líneas.
Gallega es también la idea de nostalgia que envuelve su pintura, que consigue crear una atmósfera a caballo entre lo real y lo irreal tanto en sus interiores de fondos fragmentados cercanos al Neocubismo, detenidos en el tiempo, ajenos al paso de este y entregados a esa sensación de abandono que logra retratando objetos anacrónicos pertenecientes a otra época : la antigua plancha de hierro, el candil o el viejo molinillo de café.
La quietud serena y cálida de sus interiores se transforma al tratar el paisaje donde la fría atmósfera crea lugares mágicos, casi mitológicos. Es aquí donde su raigambre gallega se detecta con mayor facilidad. Paisajes brumosos que nos conducen a lo irreal, a lo onírico, a la leyenda, paisajes otoñales que invitan a la nostalgia con sus cielos nublados y sus colores pardos donde combina un juego de esbozados que alejan de la realidad con zonas de mayor nitidez en el dibujo. Está la utilización de una técnica que combina el detallismo con la sensación de inacabado, sumerge las formas y colores en este mundo más onírico que real.
La concepción de la figura humana por parte de Pedro Bueno, es resultado de una combinación de sus rasgos más académicos con técnicas de inspiración y facturas particulares. Alude a ella muchas veces de forma indirecta. Ya encarnada en una escultura de corte clásico-renacentista, o en un muñeco o en un arlequín, llega a tratarla como a cualquiera de los otros objetos carentes de vida y olvidados por el paso del tiempo, afianzando así la sensación de quietud y de abandono. De esta manera Bueno Salto nos invita a asumir los presupuestos de la pintura gallega desde su visión más particular e íntima.
SUSANA ARTEAGA SERNA y ROSARIO DIOS CAÑADA -Restauradoras e Historiadoras del Arte.

PEDRO BUENO SALTO






Bueno Salto, pintor vocacional y amorosamente entregado a su arte, centra su obra en el paisaje. Es pintor de lejanías, de brumas, de amplios cielos que cantan, sin gritos de color, horizontes infinitos. Amplios y profundos espacios. Y en ellos no está el hombre. Y si se nos ocurre buscarlo por esos paisajes, sólo acordes de verdes, de azules, de ocres, nos encontramos, o mejor, descubriremos la soledad. Una inquieta soledad asomando leve y sugeridor misterio vibrando entre la tenue bruma, diríamos que armónicos del acorde hecho impulso y desarrollo del cuadro.
Encontramos como una insistencia en el motivo que mueve al pintor. Pudiéramos afirmar, teniendo sólo en cuenta este hecho, que la exposición muestra unidad constituida por las variaciones de ese motivo y las propias estructuras pictóricas que Bueno se impone.
Es posible que se pretenda ver en estas variaciones la culminación de la obra, coincidente e influyente. Algo así, con la proyección debida y la traslación de campo, de la obra de Brahms sobre la producción beethoveniana. Pienso que no existe tal y ni siquiera se pretende. Como no existió ni se pretendió en el alto ejemplo expresado, tampoco se da en el caso de Bueno, aun cuando se aprecian claras coincidencias o quizá influencias, ¿quién que es no tiene influencias? , con la obra de Antonio Lago , indudable y permanente maestro .
No me satisface señalar influencias porque, así lo pienso, sin ellas no se formaría esa inconsciente colectivo que Jung muestra con virtud creadora y determinante de la personalidad. Pero en el caso de Bueno creo que es, cuando menos conveniente, dejar constancia, como queda hecho, de que si su obra coincide o muestra influencias claras de la de otro Coruñes consagrado, no imita.
Pienso que si su personalidad, claramente definida, le conduce por ese camino, debe seguirlo dando la espalda a todo rumor, siempre contaminado.
LAUREANO ÁLVAREZ MARTÍNEZ - Crítico de Arte.

PEDRO BUENO SALTO


PEDRO BUENO SALTO Y SU CAZA DE BRUJAS
Con el autodidactismo que envuelve la actividad de los noventayochistas se inicia la actividad artística de Pedro Bueno Salto, coruñés, que expone en la Galería José Lorenzo hasta mediados de abril.
Detrás de esta pintura en apariencia silenciosa, acecha un mundo que se presenta llano de voces. Extrae sonidos del silencioso lienzo, porque este gallego tiene predisposición literaria para las creaciones con imaginación: sólo con fantasía se hace uno amigo de lo desconocido. Desde la modernidad, su estilo de pintura no ha perdido contacto con los umbrales primitivos de la naturaleza; la vida moderna para nada le aparta de esa afinidad fecunda con nuestra madre tierra. Al tomar conciencia etnográfica con lo perdido, es cuando la mente del autor se exilia espiritualmente y se refugia al amparo de las tinieblas.
Brumas otoñales, propiciatorias de encuentros maravillosos, envuelven muchos símbolos manejados por este pintor, símbolos que utiliza para crear composiciones equilibradas. Colores tejas, rojizos, con todo su poder erotizante, se ubican en los primeros planos, relegados los fríos azules o grises para los fondos. Ese mal que absorbe con su hechizo a jóvenes doncellas es mejor distanciarlo para crear a su vez efecto de profundidad. Bodegones de flores secas dispuestos al lado de las meigas subrayan, asimismo, su impotencia procreadora.
El humus que nutre la pintura de Bueno Salto son las leyendas, las tradiciones y costumbres del alma gallega. Ha querido entrar en contacto con el ambiente rural de nuestro pueblo, donde se mantiene una rica tradición oral, un riquísimo folklore al que este pintor da un toque lírico. Vestigios del carnaval antiguo, leyendas con milenios de cristalización, han sido más expresivos que un documento escrito y el pintor las plasma en sus lienzos.
En la serie “ Aquelarres”, puebla el ambiente de diablillos, cotorras, grajos, cuervos y brujas secuestradoras de niños; aparecen caretas que hablan de engaño y tradición; en un plano superior, como aves de rapiña, ejercen su poder las meigas; sonríen junto al macho cabrío, gozosas ante reuniones de amores enloquecidos y deshonestos, donde se intuye el desenlace de esas orgías carnales en las que brincan cuerpos desnudos y se revuelcan sin pudor en la arena. El diablo, entre ellas, oculta su espíritu infernal.
Como en el teatro de Lorca, la mujer ocupa un puesto importante en esta temática como representación de la inocencia o la pasión elemental pura.
Cuerpos en apariencia lozanos se tienden sobre exteriores. La tendencia escapista de Bueno Salto va pareja a un estilo esteticista. Sus desnudos femeninos instauran un culto a la perfección formal. Son cuerpos clásicos, de líneas suaves, que lo vinculan al panasianismo, pero sin caer en un academicismo. Va mas allá de lo sensible. Las formas encierran, tras su apariencia, significaciones profundas.
Sus viajes a Italia le han permitido incorporar a su técnica mixta, a base de acrílicos, el pan de oro. Es una sustancia que, a la vez que le permite enriquecer su pintura, la engorda e inevitablemente nos traslada, como por un sendero dorado, a desvelar todo el hechizo del ocultismo gallego.
FÁTIMA OTERO

PEDRO BUENO SALTO


LA GALICIA MÁGICA DE BUENO SALTO
No son pocos los críticos que desconfían instintivamente del autodidacta (aunque siempre menos de lo que recela este del crítico), acaso porque es de todo punto imposible que un pintor aprenda más de si mismo que de los maestros que le han precedido. Por eso sorprende siempre gratamente aquel pintor formado en soledad que sabe sacar partido de esa independencia, de esa ausencia de concesiones a Las modas y a Las poses aprendidas, que caracterizan al autodidacta. Pedro Bueno Salto, además, ama el dibujo y resuelve con acierto esos numerosos desnudos femeninos, a lápiz y sanguina, que con su presencia enriquecen la exposición. “ Para entender, o mejor diría para ver dentro de la pintura de Pedro Bueno, algo que tiene que tenerse presente es la idea de Galicia, de lo que representa su cultura secular...”, dice Pedro Vasco Conde. Se trata de un mundo de leyenda, poblado por brujas y duendes, en el que los árboles se pierden en la bruma misteriosa y Las hermosas jóvenes, desnudas, se desvanecen en medio de un corro formado por pequeños seres demoníacos. Un mundo en el que el pasado parece pervivir, unos metros más allá, donde la neblina se vuelve del todo opaca; donde viven los deseos, donde tienen sentido los rituales y los símbolos. Hay, ciertamente, mucho erotismo en esta pintura: desnudos provocativos, aquelarres que son “Sueños de posesión “, carne y limpios cabellos, ojos y sonrisas, manos al acecho. Las tablas de Pedro Bueno Salto, además, revelan un tratamiento técnico interesante: son superficies muy mates, sólidas, con ciertos relieves bien colocados y el conjunto resulta siempre atractivo y rico en matices y sugerencias. Si algo le caracteriza, es la huida de lo decorativo y de lo amable: no es excesivamente elegante pero su obra está llena de sinceridad y de verdad, logra inquietar al espectador y sumergirle en ese mundo fantástico dominado por la magia.
JAVIER RUBIO NOMBLOT. CRITICO DE ARTE DE EL PUNTO DE LAS ARTES

PEDRO BUENO SALTO


PEDRO BUENO SALTO

A obra deste pintor galego está, a meu ver, envolta numa espiral de vivências artísticas. Dito por outras palavras, a sua obra evolui em torno de uma forte coerência sem se afastar em direcções indefinidas, mas antes assumidas como uma assinatura sem alterações, independentemente das diferentes emoções vividas em cada partilha com os seus incontáveis interlocutores.
Afirma-se autodidacta e só por si, é quanto basta para melhor percebermos o quão coerente tem sido no constante estudo das técnicas, como e para mim principalmente, daquilo que um artista plástico sempre vê para além do que outros olhares possam contemplar. E arte será sempre um modo de realizar, não tanto uma maneira de pensar. Contudo, uma obra é também ela um projecto que todavia, não depende apenas da sua execução, mas é neste detalhe que se revela o artista.
É nesta sua acção que Pedro Bueno Salto nos confirma ser coerente na sua evolução de uma sensibilidade cultivada, ora nos rostos do mundo rural, ora nas suas máscaras venezianas que nos fixam serenamente, ou ainda nas alegorias de um mesmo mundo onde a figura feminina, sensual e aparentemente indiferente ao olhar do pintor, é-nos mostrada por inteiro, envolta numa bem combinada harmonia cromática. Versátil, o artista não é indiferente aos lugares onde também nós somos xente . E sua Galicia, a “nossa” Galiza, constitui também uma faceta na sua criação artística, cujos cantos e recantos reencontramos nesse seu tão interessante modo de os reinventar. “Gracinhas” Pedro Bueno Salto.

Álvaro Nazareth - 2009

terça-feira, 5 de maio de 2009

LUIS BERRUTTI
















Sigo la carrera artística de Luis Berrutti desde hace más de diez años y admiro en ella su gran versatilidad plástica y su código de coherencia. Este artista, formado en la prestigiosa escuela constructivista de Joaquín Torres García, se afincó en España después de un recorrido por América y Europa, principalmente en París. Ahora nos presente sus trabajos de los últimos cinco años en pintura, escultura y dibujo. Son todas ellas piezas concebidas en su amplio estudio abierto en la sierra norte de Madrid.
Como buen artista proteico se mueve por los materiales y pigmentos con desenvoltura. Cada idea o concepto le lleva, si solución de continuidad, a unos u otros. El resultado es la obra de un artista total que refleja su lenguaje y su pensamiento a través de todas las expresiones posibles, como lo hizo Picasso. Berrutti domina todos los registros: escultura, pintura, relieve, cerámica, dibujo, pastel, grabado... Domina los diferentes géneros y técnicas, y los combina con libertad y eficacia. Berrutti toma de su memoria y su reflexión personal unos personajes, animales u objetos que ha contemplado en sus vivencias o en su entorno. Pero su plasmación no es naturalista, mimética o repetitiva, sino reinterpretada de modo plástico con arreglo a su lenguaje personal y singular. Arte con una estética definida, que hunde sus raíces en las vanguardias y que aflora con una vitalidad y pujanza renovadas.
ESCULTURAS. Luis Berrutti nos ofrece una potente escultura hecha a base de hierros reciclados, con una paciencia de orfebre oriental. Aquí le vemos dibujar en el espacio sus figuras, que recorren un espectro amplio de representación: desde el Cristo crucificado hasta los hombres en los andenes o escaleras del metro suburbano, con todo su aire de personajes anónimos. A la vez que un rico bestiario de vaquillas, cabras, lagartos..., que el autor plasma con viveza y acierto. La piedra y la celulosa metálica son también materiales que el autor aborda al mismo tiempo que el hierro reciclado, porque para el escultor no caben compartimentos estancos. Cada motivo sugiere uno u otro material. Ante el bloque de piedra Berrutti busca que emerja su dinámica visual; todo un ejercicio de mirada, contemplación y arranque de lo superfluo para dejar a la vista la forma artística que lleva en su seno.
Para Berrutti el color en la escultura es capítulo importante y “el arte primitivo una referencia de la que él piensa que tiene mucho que aprender”, afirma con rotundidad.
Al contemplar la escultura de Berrutti uno no puede dejar de admirar la técnica de sus líneas de tensión acentuadas para bien acusar la forma o la visión patinada o cromática de sus superficies. Berrutti indaga el espacio y lo define en sus formas; dibuja en el aire porque antes ha intuido en él sus figuras. El artista huye de la representación real para dar cabida a la “acción plástica”. De ahí que genere nuevas formas, modifique las proporciones e introduzca sugerentes cambios de escala.
PINTURAS. Los críticos de arte aprendemos pronto que, frente a la escultura, rotunda y táctil, la pintura es siempre más ilusionística. En lienzos de gran formato, Berrutti plasma los duendes que habitan el aire, que conviven con él, con nosotros. No estamos solos, y esas criaturas invisibles, benignas y malignas, ángeles o demonios, nos circundan con su hálito. Son personajes que sobrevuelan en busca de autor, como en el teatro de Pirandello, son habitantes de la montaña, de nuestra cercanía, de la memoria; y son particularmente incisivos y presentes en el mundo de la noche, cuando el silencio los hace más perceptibles. Criaturas abismales que parecen reclamar protagonismo. Son duendes.
Memoria
Berrutti los convoca en la noche y los atrapa amorosa y pictóricamente en sus cuadros. Les da luz, soporte y vida. La luna, como una constante energía vicaria, aparece en obras sugerentes y mágicas.
DIBUJOS. Con grafito, carbón o pastel sobre papel tensado, el artista nos muestra los personajes de su fauna humana o su bestiario en un nuevo guiño plástico. El resultado artístico es diferente, ese quehacer diferenciado permite un diálogo inteligente y lúdico entre los materiales y soportes. Los dibujos llevan en sí la inmediatez del gesto, el deslizamiento inmediato y puntual de la mano del artista, la escritura igualmente automática que antes hiciera con la varilla de hierro en el aire... Esculturas, pinturas, dibujos... todo ello refleja el mismo mundo creativo de Luis Berrutti, un artista vital y de temple, con una trayectoria muy sólida forjada por el tesón de quien se consagra con empeño a su vocación a las Bellas Artes. Un creador de múltiples registros, que nos ofrece su rico y complejo mundo cifrado en formas, imágenes y signos. Unas piezas artísticas que son la condensación de su mirada y su memoria. Esa memoria que no es otra cosa que la imaginación fementada por el arte de su autor.
1955 Inicia estudios en la Escuela de Bellas Artes de Montevideo (Uruguay). 1959-65 Continua estudios con los maestros (Vicente Martín, Edgardo Riveiro y el escultor Yepes), formados en la “Escuela del Sur”, fundada por Torres García. 1968 Se titula como profesor de Artes Plásticas en Enseñanza Media. 1970-71 Beca de estudios de arte en París. 1973 Seleccionado en el Premio Internacional de Dibujo de la Fundación Joan Miró. 1976 Traslada su residencia a Ibiza. 1980 Regreso a la Península instalando su taller en Toledo, para practicar la forja en hierro.
EXPOSICIONES EN URUGUAY
1959-63-74 Premios adquisiciones con destino al Museo de Arte de San José (Uruguay). 1974 XX Salón Municipal de Artes Plásticas, premio adquisición.
EXPOSICIONES EN ESPAÑA
1977 Museo de Arte Contemporáneo de Ibiza, esculturas (colectiva). 1980 Sala Alfar, Madrid, escultura en cerámica. 1982 Galería Crac, Aranjuez, (Madrid), escultura. 1982 Premio Medalla de Plata, X Certamen Nacional de Escultura, Caja de Ahorros de Guadalajara. 1981-83 VI y VII Bienal del Tajo, participación con pintura y escultura. 1983 Conde Duque “Cristóbal Colón de Pintura” Madrid. 1988-89 Galería Miguel Ángel, Madrid, pintura. 1991 Seleccionado para formar parte de los museos de escultura al aire libre de Huelva, Taracena y Alcalá de Henares. 1993 Galería Santa Barbara, Madrid, pintura y escultura. 1994 Galería Raquel Ponce, Madrid, escultura (colectiva). 1995 Caja de Salamanca y Soria en Arevalo (Ávila), pintura y escultura. 2001 Galería El cantil, Santander, escultura, (colectiva).
Exposiciones previstas para el 2002: Galería El cantil, Santander y Centro Cultural de Colmenar Viejo.

CARMEN SANTAYA
















CARMEN SANTAYA
















CARMEN SANTAYA: nace en Pontevedra, miembro de la asociación de pintores y escultores de Madrid, realiza sus estudios en la E. Bellas Artes M. Ferrero, así como cursos impartidos por los talleres del Prado por D. Jorge Pedraza y Dª Paloma Peláez entre otros, su nombre está incluido en el Diccionario de Pintores del Siglo XX Forum artis, y su obra se encuentra en diferentes museos, entidades públicas, bancos, cajas de ahorro así como colecciones particulares dentro y fuera de nuestro país.

EXPOSICIONES:

CC. DE BOADILLA DEL MONTE (MADRID) 1996,1997 Y 1998
CC. DE MORA (TOLEDO) 1996,1997 Y 1999
CLUB MOLINO DE LA HOZ (LAS ROZAS) 1997
INSTITUTO NACIONAL DE ESTADÍSTICA (MADRID) 1997
GALERÍA DE ARTE ZOCO BOADILLA DEL MONTE (MADRID) 1997 Y 1998
GALERÍA PUERTA DE TOLEDO (MADRID) “DÍA MUNDIAL DEL PARKISÓN” 1998
GALERÍA DE ARTE CASARRUBUELOS (MADRID) 1998
SALA VILLASEÑOR (TORRELODONES) 1998
CAJA MADRID (ARANJUEZ) 1998
GALERIA PICASO (COLMENAR VIEJO) 1998
CC. GALILEO (MADRID) 1998
XI FERIA DE DIBUJO Y PINTURA CATALANA (1998)
AYTO. SIGÜENZA (IGLESIA DE SAN ROQUE) 1998
CASA DE VACAS “RETIRO” (MADRID) 1998
GALERÍA VICTORIA HIDALGO (MADRID) 1998
NUEVAS GALERÍAS “VICTORIA RODRIGUEZ” 1999 (MADRID)
BANCO CENTRAL HISPANO 1999 (MADRID)
BULEVAR DE LOS ARTISTAS (VILLAVICIOSA DE ODÓN) 1999
AYUNTAMIENTO DE MADRID 2000
CAJA DE AHORROS DE AVILA (ARENAS DE SAN PEDRO) 2000
SALA DE EXPOSICIONES “LA LONJA” 2001
GALERÍA SALA 16 2000, 2001 Y 2002
GALERÍA ANA SAMARÁN 2002
EXPOINAP (2002)
EL JARDÍN DE LA MUSICA (ELDA) 2003
EL PALACIO (BOADILLA DEL MONTE) 2003
INSTITUTO NACIONAL DE ADMINISTRACIONES PÚBLICAS (2003)
CASA DEL RELOJ (MADRID) 2004
CAFÉ DECOR (2004)
SANYRES (2004)
GALERÍA INFANTAS (2004)
EXPOINAP (2004)
ARTE INVERSIÓN (2004)
SUBASTA DE ARTE CLUB VILLA REAL (2004)
CENTRO CULTURAL CHAMARTÍN (2004)
GALERIA INFANTAS (2004)
CASA DEL RELOJ (MADRID) 2005
LA CASONA (VILLANUEVA DEL PARDILLO) 2005
CENTRO CULTURAL POZUELO DE ALARCÓN 2006
MUSEO ARTE CONTEMPORÁNEO DE AZUAGA 2007
MUSEO DE ARTE CONTEMPORANEO MARMOLEJO 2007-09-24
GALERIA ANAGMA TOKYO 2008-07-15
ITINERANTE FRANCIA, ITALIA, SAN FRANCISCO, JAPON Y RUSIA. 2008/2009.

OBRA EN:

CAJA DE AHORROS DE AVILA (ARENAS DE SAN PEDRO)
CC. TORRELODONES (MADRID)
SEAT (MADRID)
JARDÍN DE LA MÚSICA (ELDA)
MUSEO DE ARTE CONTEMPORÁNEO (AZUAGA)
MUSEO DE ARTE CONTEMPORÁNEO (MARMOLEJO)
COLECCIONES PARTICULARES EN ESPAÑA, PERÚ, EE.UU. Y LUXEMBURGO
BIBLIOGRAFÍA: DICCIONARIO DE PINTORES Y ESCULTORES SIGLO XX

PREMIOS

- FINALISTA EN LOS CERTÁMENES DE PINTURA DE BOADILLA DEL MONTE (MADRID) 1996,1998 Y 2003
- FINALISTA EN LOS CERTÁMENES NACIONALES DE MORA (TOLEDO) 1997.1998 Y 1999
- PRIMER PREMIO DE PINTURA DE LAS ROZAS, 1997 (MADRID)
- FINALISTA EN EL CERTAMEN MINICUADROS 1998
- FINALISTA EN EL IV CERTAMEN DE PINTURA Y ESCULTURA, JOSE CUBERO “EL YIYO” COLMENAR VIEJO (MADRID) 1998
- FINALISTA EN EL XXXV CERTAMEN DE ARTES PLÁSTICAS “TEMA
- MADRILEÑO” 1998
- FINALISTA EN EL “LXV SALÓN DE OTOÑO” DE MADRID 1998
- FINALISTA I PREMIO DE PINTURA FERMÍN SANTOS (SIGÜENZA) 1998
- FINALISTA TEMA JARDINES (ARANJUEZ), 1998
- FINALISTA EN EL VI CERTAMEN PINTURA, VILLAVICIOSA DE ODÓN” (MADRID) 1999
- FINALISTA EN EL CERTAMEN NACIONAL “HOMENAJE A CARAVAGGIO” (AYUNTAMIENTO DE MADRID) 2000.
- FINALISTA EN EL CERTAMEN DE ARTES PLÁSTICAS “HOMENAJE A TIZIANO” (AYUNTAMIENTO DE MADRID) 2001.
FINALISTA CERTAMEN PINTURA “BOADILLA Y SU ENTORNO” 1996,1998, 2003
FINALISTA CERTAMEN ARTES PLÁSTICAS TEMA SAN ISIDRO (MADRID) 2004
FINALISTA PRIMER CERTAMEN NACIONAL PEQUEÑO FORMATO PREMIO SAEXMA (2004)
FINALISTA CERTAMEN MINICUADROS APE. MADRID (2004)
FINALISTA CERTAMEN JARDINES APE. MADRID (2005)

BIBLIOGRAFÍA : DICCIONARIO DE PINTORES DEL SIGLO XX

CRITICAS DE ARTE:

JAVIER RUBIO ROMBLOT “REVISTA EL PUNTO DE LAS ARTES” (1999)
SELA DEL POZO COLL “REVISTA EL PUNTO DE LAS ARTES” (2002)







CRÍTICAS DE ARTE:

CARMEN SANTAYA, PRESENTA ÓLEOS DE IMPRONTA CUBISTA, CON PLANOS TRANSPARENTES, GEOMETRÍAS SUGERIDAS Y COLORES MUY VIVOS, ASÍ COMO PAISAJES QUE RESPONDEN A ESE AFÁN DE HONESTIDAD, QUE REVELAN UNA PERSONAL CONCEPCIÓN DEL EMPASTE Y SON CUADROS SOMBRÍOS Y DENSOS, MARCADAMENTE EXPRESIONISTAS.


JAVIER RUBIO NOMBLOT
CRÍTICO DE ARTE.
REVISTA “EL PUNTO DE LAS ARTES”.1999


EL COLOR EN CARMEN, SE TRADUCE DE MANERA INDÓCIL, MEDIANTE PINCELADAS EMPASTADAS Y DIRECTAS, A VECES INTERLINEADAS EN FRANJAS DE COLORES, CUYA CUALIDAD EXPRESIVA SE IMPONE DE MANERA PURAMENTE INTUITIVA , CON PREDOMINIO DE GAMAS CÁLIDAS.

MARÍA FERRERO
(LDA. BELLAS ARTES)

DESDE EL DÍA 17 DE MAYO PUEDEN CONTEMPLARSE EN LA GALERÍA SALA 16 DE MADRID LAS OBRAS DE CARMEN SANTAYA, ARTISTA ESPAÑOLA, CONOCIDA EN ESTA SALA CON LA QUE REPITE EXPONIENDO, TRAS HABERLO HECHO LOS DOS AÑOS ANTERIORES, CREATIVA, CON UNA CONCEPCIÓN DEL ARTE PERSONALÍSIMA Y LA INTENCIÓN DE MOSTRAR AL ESPECTADOR DE MANERA UNÍVOCA SU REALIZACIÓN.

GALLEGA, DE FORMACIÓN ACADÉMICA Y MIEMBRO DE LA ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE PINTORES Y ESCULTORES. HA ESCOGIDO PARA LA MUESTRA UNA SELECCIÓN DE ÓLEOS QUE ARTICULAN SINFÓNICAMENTE SU DISCURSO. SUS PALABRAS SON LAS PINCELADAS, MATÉRICAS Y CARGADAS DE EXPRESIVIDAD. LAS DISTRIBUYE EN BODEGONES DE RESABIOS CEZANNIANOS. NO RENUNCIA POR ELLO A COMPOSICIONES MÁS VERTIGINOSAS, POBLADOS DE DIAGONALES COLORISTAS Y ENCENDIDAS QUE REPRODUCEN UN PUERTO O VIGORIZAN LA FIGURA DE UN MÚSICO DE JAZZ

-
CELA DEL POZO COLL
CRÍTICA DE ARTE
REVISTA “EL PUNTO DE LAS ARTES” 2002

segunda-feira, 4 de maio de 2009

GARCIA REY




Francisco García Rey é um pintor ferrolano de larga trajectória artística. O seu historial artístico é tão prolixo como interessante. Expõe desde há mais de 20 anos, sempre com grande aceitação pela crítica e pelo público. Lógicamente, no seu começo, o maior número de mostras fá-las na sua cidade natal.Mas pouco a pouco a sua fama vai-se acrescentando e, proporcionalmente o raio de acção dos seus trabalhos. Assim, foi-se vendo a sua obra a nível regional, nacional e internacional: Pontedeume, Cedeira, Santiago de Compostela, Baiona, Vigo, Salamanca, Barcelona, Porto y Düsseldorf, são exemplos do que acabamos de dizer. Além disso, García Rey conjuga o seu ofício de pintor con outros aspectos relacionados com este, como o de académico, o de pedagogo e o de divulgador: é membro da Associacião de Artistas Plásticos Galegos; foi professor de desenho e pintura em diversos ateliers; colobaborou em publicações locais e regionais, não só mostrando obras de sua autoria, mas também como crítico e analista de arte. A bagagem teórica e técnica deste pintor é acima da média. A sua pintura tem raízes profundamente galegas: estudou a obra de Maside e de Seoane. Mas não fica por aquí a sua inspiração, já que esta transcende o espaço e o tempo, em pintores que vão desde Velásquez até Antonio López.
A evolução da sua pintura explora todos os campos da realidade até chegar ao hiperrealismo. Mas não a um hiperrealismo comum, que sempre se fez a óleo, mas sim a um hiperrealismo com nova técnica, nova nesta tendencia, como é a aguarela: García Rey é dos poucos artistas espanhóis que conjugam estas duas coordenadas. Parte da realidade adaptando-a ao seu "eu" pessoal. Afastando-se da técnica aguarelista clássica, de mancha, para experimentar com outras técnicas novas, que mantém zelosamente guardadas. Sempre sem descuidar um finíssimo trabalho de estudo de perspectiva.
A sua obra desenvolve-se em séries, nunca em quadros independentes. Cada quadro é um repto, uma experimentação contínua. Quando termina uma das suas séries, fecha um ciclo e começa outro novo.
No catálogo da sua última exposição, podemos apreciar a sua evolução, a qual sem estar em completa ruptura com a sua obra anterior, vemos que a materia se vai sublimando até transformar-se, deteorar-se, decompor-se, num lirismo de sombras, brumas, névoas e bosques.
O protagonista da sua obra é o homem, apesar da sua ausência física. "A mihna intenção é que nos olhemos, através da minha obra, como num espelho, e fiquemos conscientes do mundo irreal e frívolo em que vivemos, e nos traslademos à realidade das sensações, sentimentos e recordações, onde tudo é autêntico”. Estas palavras do autor resumem a sua pintura e definem os seus postulados através de uma sinergia indissolúvel entre o classicismo e a contemporaneidade. Eis a sua pintura.
Juan A. Carneiro (Prof. Hª del Arte)

domingo, 3 de maio de 2009

JOSÉ PROJECTO


ROQUE FANEGO
















Roque A. Barreiro Fanego

Nascido em Viveiro (Lugo) a 8 de Fevereiro de 1947, com residência actual nesta cidade.
Inclinação pelo desenho e a pintura desde pequeno. Começa a sua formação artística pelo mão de José Otero Gorrita, no seu atelier vivariense. Já adulto, aperfeiçoa a sua técnica com a aprendizagem que lhe é proporcionada por uma constante dedicação prática e de estudo.
Colecções públicas e instituições
: Ayuntamiento de A Coruña. : Casino de VIveiro. : Club Social Banco Pastor, A Coruña. : Banco de Crédito e Inversiones, Lugo. : Ayuntamiento de Viveiro. : Ateneo Ferrolán. : Casa Galicia, Madrid. : Ayuntamiento de Ribadeo
1980 : Casino de Viveiro
1987 : Centro Comercial "Cuatro Caminos", A Coruña
1988 : Sala de Banco de Crédito e Inversiones, Lugo
1994 : Sala Palacio Municipal María Pita, A Coruña
1995 : Sala Privada"Fontenova", Viveiro
1997 : Taberna "Nordeste", San Cibrao, (Lugo)
1998 : Lar Gallego de Avilés, Asturias
1998 : Día de Galicia en Asturias, Oviedo
1999 : Sala Exposiciones: Claustro de S Francisco, Viveiro
2002 : Ateneo Ferrolán, El Ferrol
2002 : Casa Galicia, Madrid
2005: "O tempo detido". Claustro do Concello de Ortigueira, A Coruña
2006: Oficina de turismo do Concello de Ribadeo, Lugo
2008 : "Senso e Soño" . Galería Amarrate - Lugo
2008 : Galería José Lorenzo, Santiago de Compostela
Colectivas
1972 : Agrupación Cultural 'Sementeira", Viveiro
1976 : II Expo de Pintura y Escultura "Ciudad Mondoñedo"
1976 : Sala "Hotel Venecia", Viveiro
1978 : Biblioteca Municipal, Viveiro
1979 : Casino Cultural, Recreativo, As Pontes
1983 : V Concurso Expo de Arte " Ciudad de Mondoñedo"
1986 : Certamen Pictórico Libre "Cidade de Viveiro"


1988 : Estación Marítima, A Coruña
1995 : Homenaje a Maruja Mallo (Itinerante)
1996 : Salón de Vrao, Viveiro
1997 : "Aventados", San Cibrao (Lugo)
1997 : Salón de Vrao, Viveiro
1998 : "Aventados", San Cibrao (Lugo)
1999 : "Aventados", San Cibrao (Lugo)
000 : "Aventados", San Cibrao (Lugo)
2003 : "Arte axuda a Galicia. Marea Negra". (Itinerante por España)
2003 : "Homenaje a los voluntarios Marea Negra". San Cibrao (Lugo)
2003: Fundación Comarcal da Mariña. Viveiro (Lugo)
2005: C.I.T. San Cibrao (Lugo)
2005 : "Aventados", San Cibrao (Lugo)



2008 : Historia de Nunca Jamás, Centro Cultural (Viveiro)
2008 : Vento Mareiro (Itinerante)

sábado, 2 de maio de 2009

Luis Soares

1952.Luís Soares nasce a 22 de Agosto em Lourenço Marques, ( hoje Maputo ) Moçambique. Descendente de colonos, desde muito cedo bebe a mistura branca, negra e asiática caracterís-
tica do Moçambique de então.
Essas vivências culturais e estéticas marcaram profundamente a sua vida artística.
1959.Vem pela primeira vez à Europa, visitando a Espanha ( Sevilha ) e Portugal.
1960 Regressa a Moçambique via Egipto, Mar Vermelho, Mombaça, Zanzibar e Dar-es-Salaam.
1964. Autodidacta, desde muito novo se dedica ao desenho, pastel, aguarela e guache. Tem como professor no liceu o artista António Heleno, que o entusiasma definitivamente pelo desenho, tirando a nota anual de 19. 1966.Volta a Portugal via Cabo, Moçâmedes, Lobito, Luanda e Las Palmas. Fixa-se em Lisboa, com seus pais e irmão, e ingressa no Colégio Vasco da Gama, em Sintra.
1967.Visita a Inglaterra, Escócia, Marrocos, e regressa a Moçambique.
1968.Frequenta cursos de desenho na Escola de Desenho e Pintura do Núcleo de Arte de Lço. Marques, e aí executa os seus primeiros trabalhos a óleo. Expõe obras suas, psicadélicas, na Bússola.
1969.Dá a sua primeira entrevista a um jornal, o " Notícias " de Lourenço Marques, sobre o tema " Existencialismo ". Ingressa, como aluno, no Colégio Nun'Alvares de Tomar - Portugal. Aí executa grandes
painéis alegóricos e placas comemorativas para figurarem na festa dos tabuleiros. Faz a medalha e placa dos finalistas e colabora no jornal destes, onde vê, pela primeira vez, trabalhos seus publicados.
Decora montras em lojas de Tomar.
1971.Regressa a Moçambique. Começa a trabalhar como praticante e mais
tarde como ajudante de despachante oficial. Estuda à noite.
1973.Vai trabalhar como bancário. Ai encontra colegas que se interessam pelo seu trabalho, e dedica-se à fotografia. Conhece o pintor João Aires, que se interessa pela sua obra.
1974.Executa as primeiras encomendas de murais para casas particulares. Faz a sua primeira grande exposição na Casa Amarela, com o apoio da Câmara Municipal de Lourenço Marques.
Expõe no Centro Cultural da Beira, com o apoio do Jornal "Notícias da Beira" e Direcção Geral de Turismo. Aí conhece o artista e amigo José Pádua. Expõe na Casa Africana, em Lourenço Marques, e na
Exposição-leilão,a favor dos presos políticos. Faz as primeiras esculturas fundidas a bronze e alumínio.
1975Expõe em Quelimane. Participa na Exposição itinerante da Associação Africana. Vai trabalhar na fábrica de massas e bola- chas, cujo proprietário era o pai, onde usa as oficinas para fazer trabalho em ferro. Casa-se com Fátima Gomes. Independência de Moçambique. Colabora e expõe na Exposição de Arte Popular das Celebrações da Independência no Maputo - Moçambique. Exposição de Artistas Moçambicanos no Palácio Foz, em Lisboa, tendo apresentado uma obra tridimensional - óleo sobre tela e
plástico - " O Carneiro ", desaparecida. Faz as primeiras esculturas e montagens em material plástico, usando desperdícios de uma fabrica de plásticos
1976.Expõe na Galeria 33, em Johannesburg, A. Sul. Aprende a fazer as primeiras peças ao torno de
oleiro, na Olaria da Matola, perto de Lourenço Marques. Utiliza o então abandonado Núcleo de
Arte para atelier de pintura e cerâmica, com o colega e amigo Lobo Fernandes.
Executa desenhos para azulejos numa fabrica do Umbeluzi, próxima de Lço. Marques. Sai e visita a Nigéria, o Zaire, o Quénia, bem como Paris, tendo os primeiros contactos com obras originais de artistas de todo o mundo. Participa na Exposição do 1º Aniversario da Independência. Visita Londres, Munique, Zurique e Paris, novamente. É um dos criadores da COAPA- Centro Organizativo dos Artistas Plásticos e Artesãos, nascido das cinzas do extinto Núcleo de Arte. Nasce a sua filha, Solange.
1977Expõe em Paris na Galerie La Passerelle de S. Louis; Holliday Inn - Mbabane - Suazilândia;
participa em colectivas no Zimbabué, Japão, Espanha, Austrália, E.U.A., Polónia, Cuba, Suíça, RDA, Itália, Argélia, Nigéria e na do 2º Aniversario da Independência, onde apresenta a montagem em plástico pintado " A Tortura ". Visita Paris, Londres, Munique, Franco forte, Amesterdão, Bruxelas, Milão, Veneza, Genebra e Zurique. Em Lisboa, na Gravura, tem os primeiros contactos com aquela técnica.
1978Visita novamente Paris, Zurique e Genebra. Participa na 3ª Exposição da Independência, e na Exposição da Facim, onde apresenta a série de desenhos " O Voto "; nessa altura, vem a Portugal e não regressa ao seu país. Passa o Natal de 1978 já com a família em Lisboa, onde fixa residência.
1979 Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian para gravura, na Sociedade Cooperativa de Grava-
dores Portugueses - GRAVURA, e com
orientação técnica de João Hogan
1980
Executa painéis em azulejo na Fábrica Viúva
Lamego, aproveitando-se da experiência já
adquirida em Moçambique, ao criar painéis em
cerâmica de cariz africano, para a fabricação
em série. Tem os primeiros contactos com a faiança Portuguesa, pela qual se apaixona. Expõe na galeria O País.
1981Muda-se para Cascais e abre um atelier, inici- ando aí um trabalho de investigação com vista
a criar um tipo de cerâmica que se identifique com a zona, criando novas raízes para si. Essa cerâmica é já hoje bem conhecida. As peças são gravadas por ele e acabadas por colaboradores, dando-lhe, assim, o tempo livre suficiente para se dedicar à pintura e à escultura.
1982Visita Sevilha, onde tem os primeiros contactos com a técnica da corda seca, na cerâmica.
1983Expõe no Palácio de Turismo, em Sintra. Desloca-se a Granada, percorre todo o sul de
Espanha e, em Barcelona, conhece e torna-se grande amigo do ceramista catalão Antoni Cumella, de Granollers. Toma contacto com a cerâmica espanhola antiga e recente. "Arte do Fogo - Mar e Mistério" - Galeria do Palácio de Turismo - Sintra - Portugal. Nasce o seu filho, Hugo.
1984Volta a Granollers e viaja pelos Pirinéus Franceses, e todo o norte de Espanha. Executa cerâmicas com a técnica de Cumella em grés fino. Expõe em Braga, na Universidade, e na Galeria Mercado de Escravos, em Lagos.
1985Faz duas exposições simultâneas de cerâmica e pintura e escultura em Lagos, no Algarve -
- Armazém Regimental e Galeria Mercado de Escravos. Viaja por Espanha, França, Suíça e Itália.
Expõe em Genebra na Galeria Metropolis. Visita, pela primeira vez, o Arco 85,em Madrid.
1986Expõe na Galeria Berruet - Logroño - Espanha; Arco 86 - Feira Internacional de Arte Contem-
porânea - Madrid; Galeria STR - Funchal - Madeira; Galeria Ogiva - Óbidos. Viaja por Espanha e França.
1987Nasce o seu filho, Daniel. Expõe na Galeria Berruet, Logroño, Espanha; Art Jonction International, Feira de Arte de Nice, França; Lineart 87-Feira Internacional de Arte Contemporânea, em Gant, Bélgica e Galeria Pet- tersson, Tonsberg, Noruega. Viaja por Espanha, França e Bélgica.
1988Expõe no Waterside Center, Norfolk, Virginia, U.S.A.; Galleri Pettersson, Tonsberg, Noruega;
Galerie Place des Arts, Montpellier, França; Galeria Portimão, Portimão; Galeria Androx,
Vigo, Espanha; Art Jonction Internacional, Feira de Arte de Nice, França. Galeria do Casino do Estoril-10 Ceramistas. Visita Espanha, França, Bélgica, Holanda, Alemanha e pela primeira vez, os E.U.A. .
1989Exposição Obras de 1968 a 1978, Galeria Vira- gem - Ass. Artistas Plásticos de Cascais- Cascais; Art London 89, Feira Internacional de Arte Contemporânera, Londres; Galeria Roca , Marinha Grande; Art Expo 89, Feira Internacional de Arte Contemporânea, Nova Iorque, EUA; Tibury's Art Gallery, Sint-Truiden, Bélgica; Galeria Portimão, Portimão; Lineart 89- Feira Internacional de Arte Contemporânea e Galerie Gijzenrooi, Geldrop, Holanda.
1990Art Frankfurt, Frankfurt, Alemanha; Atelier 22, Antuérpia, Bélgica; Art Expo 90, Nova Iorque,
E.U.A.; Galeria Portimão, Portimão; Lineart 90, Gant, Bélgica; Galeria Beira- Vouga , S.Pedro do Sul, Portugal, Galeria Gijzenrooi - Geldrop - Holanda, Artexpo 91 - Los Angeles;
1991 Galeria 2062 - Lisboa, Art Frankfurt - Alemanha, Artexpo 91 - Nova Iorque, Museu de Gräo
Vasco - Viseu - Portugal, Museu de Francisco Tavares Proença Júnior - Castelo Branco - - Portugal, Galeria Portimão - Portimão - - Portugal, Washer Gallery - Bruxelas, Galeria L' ombre de Château - Bolland - Bélgica, Lineart 91 - Gant - Bélgica, Galeria Gijzen- rooi - Geldrop - Holanda, Galeria Atelier 22 - - Antuérpia - Bélgica, Art expo - Los Angeles, Galerie du Château Motin - Hannut - Belgica; Galerie Guller - Marche en Famenne -Belgica; Galerie L'art du Temps -- Verviers - Belgica, Accent On Art Gallery - W. Hollywood -CA- USA, Galeria Callejon de La Parra - Cartagena - Espanha; Galeria do Casino do
Estoril - Pintores e Escultores de Moçambique; Galeria Moira - Exposição comemorativa da Independência de Moçambique. Bienal Soto Galo - Logroño - Espanha; 1992 Fundação - Museu Dionisio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro - Àgueda; SAF 92- Estocolmo - Suécia; Galeria 2062 - Lisboa;
Artexpo 92 - Nova Iorque - EUA; Galeria Androx - Vigo - Espanha; Europart 92 - Genebra - Suiça;
Galeria Portimão - Portimão; Galerie L'art du Temps -Verviers - Bélgica; Museu de Aveiro - Aveiro;
Galerie Raiman - Knokke - Bélgica; Lineart 92 - Gant - Bélgica; Art - Los Angeles - Los Angeles - EUA;
Bienal de Escultura Taurina - Soto Galo - Logroño - Espanha;
1993 Galeria Loios - Porto; Art - Miami - Miami - EUA; Vilamoura Hotel - Carlos Pierre; Museu Dr. Santos Rocha - Figueira da Foz; Museu Regional de Sintra - Sintra; Andrès Art Gallery - Holanda;
Art Fiera 93 - Bolonha - Itália; Europ'art 93 - Genebra - Suiça; FAC 93 - Coimbra - Portugal; Art Jonction 93 - Nice - França; Art Dusseldorf - Alemanha; Lineart 93 - Gant - Bélgica; ART Hamburg - Alemanha;
1994Art - Miami - Miami - EUA; Europ’art 94 - Genebra - Suíça; Art Jonction 94 - Cannes - França;
Lineart 94 - Gent - Bélgica; Galeria Berruet - Logroño - Espanha; Art LA 94 - Los Angeles - EUA;
1995Art - Miami 95 - Miami - EUA; Saga 95 - Paris; Lineart 95 - Gent - Bélgica;
1996 Art Miami 96 - Miami - Eua; Europ'art 96 - Genebra - Suiça; Art Jonction 96 - Cannes - França;
Lineart 96 - Gent - Bélgica; Galeria Belo Belo - Braga ; Galeria Jn - Galeria de Arte Virtual; Galeria Belo Belo - Braga; Art La 96 - Los Angeles - EUA.
1997Art - Miami 97 - Miami - EUA; A Galeria - Sintra; Lineart 97 - Gent - Bélgica; Europ'art 97 - Genebra - Suiça; Galeria de Arte L.C.R. - Arte Lusófona - Sintra Art La 97 - Los Angeles - EUA.
1998Art - Miami 98 - Miami - EUA; Europ'art 98 - Genebra - Suiça; Artexpo 98 - Nova Iorque - EUA;
Lineart 98 - Gent - Bélgica; Art La 98 - Los Angeles - EUA.
1999.
Art - Miami 99 - Miami - EUA; Europ'art 99 - Genebra - Suiça;
Artexpo 99 - Nova Iorque - EUA;
2000
Europ'art 2000 - Genebra - Suiça;
Artexpo 2001 - Nova Iorque - EUA;
Lineart 2001 - Gent - Bélgica;
2001
Art - Miami 2001 - Miami - EUA;
Artexpo 2001 - Nova Iorque - EUA;
Espaço Lóios - Porto;
Lineart 2001 - Gent - Bélgica;
Art La 2001 - Los Angeles - EUA.
Ao longo destes anos, participou em mais de
quinhentas exposições colectivas em todo o mundo.

José Projecto

Nasceu em Évora/Portugal a 17 de Março de 1962.
Desde muito cedo manifestou a sua motivação por representar e pintar o que o rodeava, sentindo uma
inclinação especial pela 9ªarte. Começou por ilustrar fanzines e pequenas histórias de Banda
Desenhada editadas no “Mundo de Aventuras”, “Selecções”, entre outros. Publicou o seu primeiro
álbum de B.D., intitulado “ Giraldo-o-sem-pavor”em 1984. Durante a execução do segundo álbum que
não chegou a terminar, as suas pranchas retratavam aspectos muito detalhados da fauna e paisagens
que envolviam os personagens da história. Era o início da sua carreira como ilustrador e pintor
naturalista. Intensificou as suas saídas de campo, reproduzindo nos anos seguintes vários elementos
da nossa vida natural. Interrompendo a sua licenciatura em Belas Artes que iniciou em 1982, trabalhou
como ilustrador para o actual Instituto da Conservação da Natureza. Simultaneamente começa a
trabalhar com os Correios de Portugal e Tecnologia das Comunicações ilustrando diversos originais
filatélicos para Portugal; Madeira, Açores, Angola e Guiné-Bissau que se encontram divulgados em
diversos países. Abandona por nove anos as suas funções no ICN para se dedicar inteiramente á
pintura e ilustração. Em 1992 o conjunto de selos portugueses da sua autoria, alusivos á conferência
das Nações Unidas, ECO 92, é distinguido com o prémio internacional do mais belo selo dedicado ao
ambiente. Das várias instituições com que colaborou(a), destacam-se, Concelho da Europa, WWF
(World Wild Foundation), Parc Naturel des Ecrins, Birdlife International (EBCC- European Breeding
Birds), FAPAS (Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens) e recentemente, ANF (Artists for
Nature Foundation). Desenvolve por sua iniciativa várias acções de educação ambiental. Actualmente
para além de ilustrar, continua pintando cenas particulares da nossa fauna, onde procura transmitir
pelo realismo do seu trabalho o esplendor da natureza, infelizmente ainda ausente na consciência de
muitos nós.
_________________________________________________________________________________
EXPOSIÇÕES
1979· Museu de Évora: Mostra colectiva no 1º Salão Primavera.
1980· Museu de Évora: Mostra colectiva no 2º Salão Primavera.
· C. Cultural de S. Pedro do Corval : Exposição individual.
1981· Museu de Évora: Exposição individual.
1985· Museu de Évora: Mostra colectiva no 2º Festival de S. Lucas.
1986· Sall-River - Bristol Community EUA: Mostra colectiva com colegas da ESBAL.
· Galeria do Grupo Pró-Évora: Exposição individual “Conjunto de Aves de Portugal”.
· Salão da Livraria Barata em Lisboa : Mostra colectiva de vários B. Desenhistas portugueses.
1988· Galeria do Fórum Picoas de Lisboa: 1ª Exposição Colectiva da Galeria de Arte
1989· Galeria do Fórum Picoas de Lisboa: Exposição individual “ Aves de Presa de Portugal”.
· Galeria Bararte em Arraiolos: Exposição individual.
· Museu de Elvas: Exposição individual.
1990· Parc National des Ecrins em França : Mostra colectiva “Des Artistes de la Nature I”.
· Galeria Bararte em Arraiolos: Mostra colectiva.
· ICN - Loja do Ambiente: Exposição individual
1991· Galeria do Hotel Sol Serra em Castelo de Vide : Exposição individual.
1992· Parc National des Ecrins em França : Mostra Colectiva “ Des Artistes de la Nature ll “.
· Salão Nobre do Teatro G. de Res. em Évora : Exposição Individual.
1993· Parc National des Ecrins em França : Mostra colectiva “ Des Artistes de la Nature III “.
· Galeria da Casa da Cultura de Mora : Mostra de originais filatélicos.
1994· Galeria da Câmara M. De Viana do Alentejo : Mostra de originais filatélicos.
1995· Galeria da Fundação das Comunicações : Mostra de originais Filatélicos junto de autores, como,
Stuart de Carvalhais,Maluda,Dordio Gomes, Júlio Resende, Almada Negreiros, etc.
· 1º Salão de Artes Plásticas ' O Alentejo Contra o Cancro' : Mostra Colectiva.
1996· Parque Ecológico de Monsanto, C.M. Lisboa : Exposição individual.
1997· Parque Ecológico de Monsanto, C.M. Lisboa : Exposição individual “ Momentos I “.
1998· EXPO’98: Exposição individual no espaço do ICN.
· Galeria de Expo. da Casa N. Da R. Burgos em Évora : Exposição individual “ Momentos II “.
· Parque Natural da Serra de S. Mamede em Portalegre, Castelo de Vide : Exposição individual “
Momentos II “ (repetição).
1999· Galeria do Monte Alentejano em Montemor-o-novo : Exposição individual “ Momentos II “
(repetição).· Parque Natural da Serra de S. Mamede em Marvão : Exposição individual “ Momentos II”
(repetição).
2000· Parque Natural da Serra de S. Mamede em, Marvão e Castelo de Vide : Exposição individual.
2001· Casa Museu Manuel Ribeiro de Pavia : Exposição colectiva com Helder Amaral sobre todas as
emissões filatélicas que já produziu.
· Parque Natural da Serra de S. Mamede em Portalegre, Marvão e Castelo de Vide : Exposição
colectiva com Helder Amaral sobre todas as emissões filatélicas que já produziu.
· Galeria da Casa de Cultura de Paredes : Exposição individual.
2002· Quinta do Lago: Exposição colectiva junto de autores, como, Bruce Pearson, John Busby, etc.
2003· Turf Club: Exposição individual.
· Fundação Portuguesa das Comunicações : 150 Anos do primeiro Selo Português, exposição de
vários autores filatélicos.
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PUBLICAÇÕES
1982· Agência Portuguesa de Revistas: Mundo de Aventuras, Selecções BD.
1985· Editorial Futura: Álbum s/ Giraldo-o-sem-pavor.
1986· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ aves da Madeira.
1987· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ aves da Madeira.
1988· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ aves dos Açores.
· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ o Lince Ibérico para Portugal (WWF).
· WWF: Edição de sobrescritos postais s/ o Lince Ibérico.
· Edição s/ o Ano Europeu do Ambiente.
1989· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ aves dos Açores.
· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ peixes da Madeira.
1990· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ aves dos Açores (WWF).
· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ frutos da Madeira 1ª série.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ flores de Angola.
· WWF: Edição de quatro sobrescritos postais s/ aves dos Açores.
· ICN: Edição do livro “ OS PATOS “.
1991· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ aves da Madeira (WWF).
· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ frutos da Madeira 2ª série.
· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ ano europeu do Turismo
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ Aves da Guiné-Bissau.
· WWF : Edição de quatro sobrescritos postais s/ aves da Madeira.
1992· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ a ECO 92 (prémio internacional ASIAGO de Arte
Filatélica para o mais belo selo dedicado ao ambiente emitido no ano de 1992).
· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ frutos da Madeira 3ª série.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ aves de Angola – ECO 92.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ raias de Angola.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ frutos da Guiné-Bissau.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ plantas ornamentais da Guiné-Bissau.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ protecção florestal na Guiné-Bissau.
1993· Correios de Portugal: Emissão filatélica para a UPAEP.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ répteis da Guiné Bissau.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ plantas medicinais da Guiné-Bissau.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ plantas de Angola.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ moluscos de Angola.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ cogumelos de Angola.
· FAPAS: Colaboração na edição do 1º guia de Aves de Portugal (Capa e abertura).
1994· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ a falcoaria em Portugal.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ plantas medicinais de Angola.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ cogumelos de Angola.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ dinossauros de Angola.
· Tecnologia das Comunicações: Emissão filatélica s/ répteis da Guiné-Bissau.
· EXPO 98: Edição de brochura .
· CML- P.Ecológico de Monsanto: Várias edições para divulgação.
· FAPAS: Colaboração na edição do 1º guia de Fauna e Flora do litoral de Portugal (Capa).
· Parque Nacional da Peneda-Gerês : Edição do Atlas das aves do PNPG.
1995· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ o Ano da Conservação da Natureza.
· EXPO 98: Edição de brochura.
1996· Correios de Portugal: Edição de um livro sobre todos os temas filatélicos que desenvolveu para a
conservação da natureza em Portugal.
· FAPAS: Colaboração na edição do 1º guia de árvores de Portugal.
1997· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ borboletas da Madeira.
· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ a toupeira-de-água (WWF).
· EBCC: Colabora na edição do livro: “ The European Breeding Birds “ (várias ilustrações).
· D. R. Do Ambiente dos Açores : Edição do guia das “ Aves Pelágicas dos Açores “.
· FAPAS: Colaboração na edição do 1º guia de Mamíferos de Portugal (capa).
1998· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ borboletas da Madeira.
· Direcção Regional do Ambiente-Alentejo : Edição de um guia sobre as “ Aves do Litoral
Alentejano“.
· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ peixes da Guiné-Bissau.
1999· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ dinossauros de Portugal.· ABC 4: Divulgação.
2000· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ aves de Portugal, 1ª série.
· BIRDLIFE: Conservation series nº 10 (várias ilustrações).
· FAPAS: Colaboração na edição periódica ‘Tribuna da Natureza’
2001· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ aves de Portugal, 2ª série.
· AFINSA: Emissão filatélica s/ tartarugas da Guiné-Bissau.
· AFINSA: Emissão filatélica s/ aves da Guiné-Bissau.
· AFINSA: Emissão filatélica s/ o Hipópotamo da Guiné-Bissau.
· P.N. de Sintra-Cascais: Divulgação
· BIRDLIFE: Saving Europe's Most Threatened Birds (várias ilustrações),
· FAPAS: Colaboração na edição periódica ‘Tribuna da Natureza’.
2002· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ aves de Portugal, 3ª série.
· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ a rôla da Madeira (WWF).
· Quinta do Lago: Na sequência do encontro organizado pela ANF (Artists for Nature Foundation), a
Quinta do Lago edita um livro no qual são divulgados os trabalhos que realizou junto de outros
pintores divulgando aspectos da vida natural.
· FAPAS: Colaboração na edição periódica ‘Tribuna da Natureza’.
2003· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ aves de Portugal, 4ª série.
· FAPAS: Colaboração na edição periódica ‘Tribuna da Natureza’.
2004· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ aves de Portugal, 5ª série.
· Correios de Portugal: Edição de um ‘Álbum de Selos’ que reúne todos os selos que fazem parte
das emissões sobre as ‘Aves de Portugal’.
· FAPAS: Colaboração na edição periódica ‘Tribuna da Natureza’.
● Eurest Portugal: Divulgação
2005· Correios de Portugal: Emissão filatélica s/ protecção florestal (em desenvolvimento).
· FAPAS: Edição de várias ilustrações para uma campanha de sensibilização aos agricultores para a
conservação do Tartaranhão-Caçador.
· FAPAS: Colaboração na edição periódica ‘Tribuna da Natureza’.
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PRÉMIOS
1992· O conjunto de selos portugueses alusivo à conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente e
Desenvolvimento – ECO 92, da autoria de José Projecto foi distinguido com o prémio internacional
ASIAGO de Arte Filatélica para o mais belo selo dedicado ao ambiente emitido no ano de 1992.
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DISTINÇÕES
2005● Medalha de prata de mérito municipal, atribuída pela Câmara Municipal de Évora como
reconhecimento pelo valor didáctico e cultural do seu trabalho.
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PARTICIPAÇÕES, ACÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO
1996.· EB1 do Rossio de S. Brás – Évora.2003.· Externato Infanta D. Maria – Èvora.
2004· Philaiberia - Estremoz.2005· Escola Secundária da Rainha Santa Isabel - Estremoz.
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NOTAS
· O seu nome consta no Dicionário de Autores Portugueses de Banda Desenhada.
· É membro da associação Canadiana‘ Worldwide Nature Artists Group, international society’.
· É membro e colaborador da associação Portuguesa ‘FAPAS – Fundo Para a Protecção dos Animais
Selvagens’.

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