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sábado, 16 de maio de 2009

AVELINO ROCHA



Avelino Rocha, 1940
Natural do Porto, terminou o Curso Complementar de Pintura na ESBAP. É professor do Ensino Secundário. Foi premiado em 1961 na Exposição de Artes Plásticas da Queima das Fitas, Coimbra, e em 1968 no I Salão de Jovens realizado na Figueira da Foz. Tem trabalhos na área das artes gráficas, tendo já sido premiado neste âmbito. A sua obra tem-se desenvolvido numa matriz figurativa com um rigor que, porventura, não será alheio à prática das artes gráficas. Exposições: - INDIVIDUAIS: 1964 - Palácio do Comércio, Luanda / 1965 - ESBAP / 1967 - Galeria Divulgação, Porto / 1968 - Palácio Foz, Lisboa / 1969 e 1970 - Galeria Alvarez, Porto / 1973 - Cooperativa Árvore, Porto; Museu D. Diogo de Sousa, Braga / 1974 - Galeria Paisagem, Porto - COLECTIVAS: 1958 A 1962 - Exposições Magnas da ESBAP / 1961 - Exposição de Artes Plásticas da Queima das Fitas, Coimbra; III Salão dos Novíssimos / 1962 - Alunos da ESBAP no Alentejo, Évora; IV Salão dos Novíssimos / 1963 - Temas Alentejanos na ESBAP; V Salão dos Novíssimos / 1966 - I Salão Nacional de Arte / 1967 - 14 Artistas do Porto na Galeria Divulgação, Porto; V Salão de Arte Moderna da Junta de Turismo da Costa do Sol / 1968 - 2E 3P, Espinho; I Salão de Jovens, Figueira da Foz / 1969 - Exposição de Homenagem ao Pintor Amadeo de Souza Cardoso; Arte do Nosso Tempo, Viseu / 1972 - I Bienal Nacional dos Artistas Novos, Famalicão / 1973 - Salão de Arte Moderna da Cidade de Luanda / 1975 - Levantamento da Arte do Séc. XX no Porto, MNSR, Porto / 1980 - I EXPOSIÇÃO Colectiva da Cooperativa Árvore, Porto; II Bienal Internacional de V. N. Cerveira / 1982 - Artistas de Oporto em Sevilha / 1984 - Gaia vista pelos seus artistas / 1985 - Exposição Nacional de Artes Plásticas, Artistas de Gaia

ALBERTO MARTINS



Alberto Martins
Pintor autodidacta que se dedicou à aguarela, técnica através da qual retratou paisagens urbanas de todo o país.

ABREU PESSEGUEIRO


Abreu Pessegueiro nasceu no Porto em 1949 e é licenciado em Arquitectura.
Exposições:
1967 – Nazaré
1974 – Galeria Abel Salazar, Porto
1979 - Fundação Engº António de Almeida, Porto
1984 – “Abrir janelas em Tomar”, Tomar
1980/2/4 – II, III e IV Bienais Internacionais de Vila Nova de Cerveira
1986 – Casino do Estoril
Nos anos noventa, expôs, colectivamente, na “Loios Galeria”

MALUDA


MALUDA
Maria de Lurdes Ribeiro, que adotou o nome artístico de «Maluda», nasceu em Nova Goa (atual Panjim), nas Índias Portuguesas, em 1934.

Embora experimentando vários gêneros, o principal de sua pintura está voltado para a paisagem, em que sua arte, no dizer de Pamplona, muito se aproxima de Paul Cézanne (1839-1906), o mestre do Impressionismo. Ou, como escreveu Fernando Pernes, sua arte representa «um sistemático decantamento da experiência cezanneana».

Maluda foi bolsista da Fundação Gulbenkian, estudando em Londres e na Suíça, entre os anos de 1977 e 1978.

JÚLIO POMAR


Nasceu em Lisboa em 1926.
Frequentou as escolas superiores de Belas Artes de Lisboa e Porto.
A sua primeira exposição individual realizou-se em 1947 na cidade do Porto. Desde então tem realizado exposições principalmente em Lisboa e Paris, onde reside desde 1963.

Exposições Individuais (selecção)
1947 Pomar, 25 desenhos, Galeria Portugália, Porto
1950 Pomar (pinturas, desenhos, esculturas e cerâmicas), Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa
1951 Pomar (pinturas, desenhos, esculturas e cerâmicas), Galeria Portugália, Porto
1952 Pomar (desenhos, monotipias, cerâmicas), Galeria de Março, Lisboa
1956 Vidros, com Alice Jorge, Galeria Rampa, Lisboa
1960 Pomar – Obras sobre o tema de D.Quixote, Galeria Gravura, Lisboa
1962 Júlio Pomar, Galeria Diário de Notícias, Lisboa
1963 Júlio Pomar, Galeria Diário de Notícias, Lisboa
1964 Júlio Pomar,Tauromachies, Galeria Lacloche, Paris
1965 Júlio Pomar, Les Courses, Galeria Lacloche, Paris
1966 Júlio Pomar,Obras Recentes (1963-1965), Galeria de Arte Moderna da SNBA, Lisboa
1967 Júlio Pomar, Gravuras 1956-63, Galeria Gravura (exposição comemorativa dos dez anos de «Gravura»), Lisboa
Pomar - Desenhos para Pantagruel, Galeria 111, Lisboa
1973 Pomar 69/73, Galeria 111, Lisboa
1978 Júlio Pomar,L’Espace d’Eros (pinturas e desenhos), Galeria La Différence, Bruxelas
Exposição Retrospectiva, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Centro de Arte
Contemporânea, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto; Maison de la Culture de
Wolluwe Saint-Pierre, Bruxelas (selecção, 1979).
1979 Pomar, Théâtre du Corps – vingt peintures récentes , Galeria Bellechasse, Paris
Pomar, Trabalho de Férias («assemblages» e desenhos para Corpo Verde), Junta de Turismo da Costa do Estoril, Cascais; Galeria de Arte Moderna, SNBA, Lisboa
1981 Júlio Pomar(pinturas e desenhos), Galeria Glemminge, Glemmingebro, Suécia
Pomar, Les Tigres – peintures récentes,Galeria Bellechasse, Paris
1982 Pomar - retratos desenhados dos anos 70, Galeria Glemminge, Glemmingebro, Suécia
Pomar, Os Tigres (pinturas, desenhos, azulejos), Galeria 111, Lisboa
1984 Pomar, Ellipses – peintures récentes, Galeria Bellechasse, Paris
Pomar, 1 ano de desenho – 4 poetas no Metropolitano de Lisboa, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
1985 Pomar, Lembrança de Bocage (desenhos), Casa de Bocage, Setúbal
Pomar, Páginas de Álbum – Desenhos de Bichos, Clube 50, Lisboa
Pomar, Raptos de Europa e 7 Histórias Portuguesas,Galeria 111, Lisboa
1986 Pomar - Exposição Antológica, Museu de Arte de Brasília; Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo; Paço Imperial do Rio de Janeiro com a colaboração do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1987)
Júlio Pomar (desenhos), Galeria d’Arte, Vilamoura
1987 Pomar, O Gran’Circo Lar (20 desenhos para o Circo de Brasília), Galeria Paulo Figueiredo, Brasília; Galeria Ana Maria Niemeyer, Rio de Janeiro; Galeria Paulo Figueiredo, São Paulo
Júlio Pomar (desenhos), Galeria Gilde, S.Torcato, Guimarães
1988 Pomar, Os Mascarados de Pirenópolis, ARCO, Madrid (Galeria 111);Galeria111,Lisboa
Pomar (desenhos), Galeria da Universidade, Braga
1989 Júlio Pomar - Exposição Antológica de Pintura, Galeria do Leal Senado, Macau
1990 Pomar, Los Índios, ARCO, Madrid (Galeria 111, Lisboa)
Pomar/Brasil, Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro; Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo; Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
Pomar, Les Indiens, Galeria Georges Lavrov, Paris
1991 Pomar et la Littérature, Hôtel de Ville de Charleroi, Bélgica
Publicação de Les Mots de la Peinture, ed. De la Différence, Paris
1992 Pomar – Anos 80, Galeria Trem, Câmara Municipal de Faro
1993 Pomar – Anos 80 (exposição itinerante), Galeria Municipal de Almada; Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, Amarante; Museu Grão Vasco, Viseu; Museu José Malhoa, Caldas da Rainha; Cooperativa Árvore, Porto; Palácio Galveias, Lisboa
Caracóis, azulejos, Galeria Ratton, Lisboa
1994 Fables et Portraits, Galeria Gérald Piltzer, Paris
O Paraíso e outras Histórias/Paradise and other Stories, Lisboa’94 – Capital Europeia da Cultura, Culturgest, Caixa Geral de Depósitos, Lisboa
1996 Cinco Figuras de Convite, azulejos, Galeria Ratton, Lisboa
L’Année du Cochon ou Les Méfaits du Tabac, Galeria Piltzer, Paris
1997 D.Quixote por Júlio Pomar (1958-97), Bienal de Cascais, Centro Cultural da Gandarinha, Cascais
Peinture et Amazonie, Festival de Biarritz
Les Joies de Vivre, GaleriaPiltzer, Paris
1998 Desenhos de Júlio Pomar – Colecção de Ernesto de Sousa Anos 40, Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira
Júlio Pomar - Os Aforismos Mágicos de António Osório e outros Livros de Poemas, Casa Fernando Pessoa, Lisboa
Os Azulejos de Júlio Pomar: Estudos, Lembranças, Provocações, Biblioteca Municipal Calouste Gulbenkian, Ponte de Sor
Pomar - Obra Gráfica, Cinco Linhas Temáticas, Maia, Cascais e Cantanhede
Painel Rei Salomão/Tribunal da Moita, Galeria Lino António, Escola António Arroio, Lisboa
1999 Ulisses e as Sereias, Pintura e Tapeçarias,Galeria da Manufactura e Tapeçarias de Portalegre, Lisboa Júlio Pomar-Os Aforismos Mágicos de António Osório e outros Livros de Poemas, Casa Fernando Pessoa, Lisboa
Obra Gráfica-O Povo, A Festa, Eros, Animais Sábios, Ficções, Casa Municipal da Cultura, Cantanhede
Alguns Touros de Júlio Pomar, Clube Vilafranquense, Vila Franca de Xira Júlio Pomar-Obra Gráfica, Arquivo Distrital de Leiria
La Chasse au Snark, l’Entrée de Frida Kahlo au Paradis, Contes Moraux, Galeria Piltzer, Paris
Júlio Pomar, Obras da Colecção Manuel de Brito, Fundação Oriente, Macau
2000 La Chasse au Snark, l’Entrée de Frida Kahlo au Paradis, Contes Moraux, Galerias Salander-O’Reilly, Nova Iorque

segunda-feira, 11 de maio de 2009

MARIA XÉSUS DÍAZ


VANIA PALUDO





ELEUZA DE MORAIS





“O trabalho plástico de Eleuza de Morais é pintura de intervenção. As suas obras reflectem preocupações sociais sobre a realidade contemporânea, levantando problemas, questionando eventos e preconceitos, o papel da mulher na sociedade, os direitos humanos, a fugacidade do momento presente e os direitos dos animais são por exemplo temas que a pintora aborda com a sensibilidade de uma artista que acredita na arte como reconstrução social.
Eleuza de Morais vive a arte como uma verdadeira profissional, segura na técnica e competente na comunicação através da imagem.
As suas obras não lhe pertencem, pertencem ao mundo, aos outros e ao futuro, como ela própria reconhece a propriedade do seu trabalho plástico apenas acontece no momento de sua realização.
A dimensão social, técnica e poética da pintura de Eleuza de Morais conferem-lhe as características universais da pintura expressionista de intervenção, de introspecção e questionamento que me levam a situar esta artista ao lado de pintoras como Frida Kallo ou Paula Rego, é arte feminina, forte e válida, interrogação permanente e inquietante.”

Dra Teresa Torres de Eça (Porto, Portugal)
Licenciatura em Artes Plásticas na Escola Superior de Artes de Porto Portugal.
Mestre e Doutora em Arte Educação na Universidade de Surrey Roehampton, Londres,Inglaterra.

Telas com heróis chaplinianos.
A beleza é a única coisa preciosa na vida. É difícil encontrá-la- mas quem consegue, descobre tudo” .As palavras do cineasta inglês Charles Chaplin poderiam ser a epígrafe de uma jornada pictórica pelas telas da pintora gaúcha Eleuza de Morais. Nas imagens do cineasta e nas criadas pela artista encontra-se a mesma atitude: a de buscar constantemente o belo, principalmente a partir de cenas cotidianas envolvendo homens comuns.

A principal característica pictórica de Eleuza, é o tratamento que dá a figura humana. Seus casais ,estejam se abraçando ou se beijando de olhos fechados, obrigam a repensar os mais diversos tipos de relacionamento entre homens e mulheres.

Ao se debruçar sobre personagens femininas, Eleuza cria um amplo universo de conotações. Ao mostrar uma mulher no quarto, indecisa entre o vestido e os sapatos que vestirá, a artista pinta o sexo feminino numa situação que provavelmente somente uma outra mulher poderia enfocar com tamanha precisão e simplicidade. O rosto de indecisão da retratada diz tudo o que se pode escrever sobre a relação de uma mulher com as roupas que usa e o que impressiona é como a artista chega a esta solução com poucos e seguros traços.

Nas pinturas de Eleuza o ser humano é desvendado em sua realidade mais nua. Fundo e forma se integram chegando a um resultado bem definido, com um estilo reconhecível, principalmente ao enfocar pessoas, vistos como herdeiros diretos de Charles Chaplin, inadaptados ao mundo que os rodeia. Assim ao dar vida pictórica a esses seres, a pintora os imortaliza como representantes imagéticos das indagações que permeiam todo ser humano.”

Oscar D’Ambrósio( São Paulo, Brasil)
Membro da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA - Seção Brasil).
Editor do Jornal da Universidade Estadual Paulista.
Autor de “Os pincéis de Deus” (Editora UNESP e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo).

Pedro Charters d’Azevedo



Natural da cidade de Lisboa, onde nasceu em 1946, Pedro Charters d’Azevedo passou a desenhar e a pintar com regularidade em 1998, dedicando-se em exclusivo à pintura a partir de 2000, depois de ter ficado desempregado (anteriormente, tinha exercido diversas profissões na área dos serviços).

Autodidacta, este pintor trabalha sobretudo em acrílico sobre tela, embora utilize também uma diversidade de técnicas entre as quais se contam a aguarela, a pintura a carvão, tinta-da-china e pastel seco. Os temas das suas obras estão predominantemente ligados ao mundo da tauromaquia e da caça (touros, cavalos, perdizes, gazelas…) e às paisagens pitorescas, como ruelas e casarios velhos. O retrato constitui outra das vertentes da sua pintura, caracterizada ora pela figuração realista, ora pela abstracção.

Pedro Charters d’Azevedo apresentou-se pela primeira vez a título individual em 1999, num atelier de arquitectura, em Cascais. Das colectivas em que participou destacam-se diversas exposições em museus e certames ribatejanos, facto que se explica pelos motivos pictóricos que elege para os seus trabalhos.

Luis Guillermo Guerra Aguilera






Su historia arranca de las aulas de la Facultad de Diseño Gráfico en Santiago de Chile hace más de veinte años. Por entonces, Luis Guillermo se marchaba en tren hasta el mar y allí dibujaba puertos, mercantes o playas. Comenzó ilustrando libros, pero lo suyo eran las acuarelas y el mar: «Mi inspiración es la orilla», asegura. Así que comenzó a pintar buques y a vendérselos a los armadores chilenos, hasta que no quedaron armadores sin cuadros, y entonces se fue a otra zona.

ISABEL ALFARROBINHA




Nasceu na África do Sul e radicou-se rm Portugal em 1976, onde estudou Arte & Design. Entre 2000e 2002 frequentou um ateliê de artes pásticas.

Em 2003 frequentou o curso de Arte Contemporânea na Fundação de Serralves, Porto e o de Materiais e Métodos nas Obras de Artes, na Fundação Calouste Gulbenquian, Lisboa.

No decurso desse ano, iniciou o ensino de Pintura em ateliê particular.

Até à data realizou diversas exposições individuais e colectivas.
Participa com frequência em eventos com pintura ao vivo.

Actualmente, organiza e realiza exposições e workshops sobre arte e artesanato.


A sua obra faz parte de colecções particulares e do acervo de instituições públicas e privadas no país e no estrangeiro.

Mencionada no livro Catalogo Internacional de Arte Moderna, publicado em Itália

IRENE PISSARRO




domingo, 10 de maio de 2009

VICTOR SILVA BARROS





VICTOR SILVA BARROS







Victor Silva Barros está representado em colecções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Holanda, Suíça, Alemanha, Bélgica, Estados Unidos e Rússia.
Individualmente apresentou mostras nos museus de Ovar, Albano Sardoeira, Amarante, Martins Sarmento, Guimarães, nas Galerias Picasso e 1990 d. C., Viana do castelo, Árvore, Porto, Primeiro de Janeiro, Porto e Coimbra, Capitel, Leiria (Turismo), Caldelas, Póvoa do Varzim, Chaves, Casa da Cultura, Fafe, Horizonte, Figueira da Foz, Convés, Aveiro, Orfeu, Androx e Caixa de Vigo, Deputatión Provincial de Lugo, Casa da Cultura de Ourense, Centro Unesco do Porto, Porto, Galeria Municipal, Aveiro, Museu Municipal Rámon Maria Aller, Lalin, Galiza…
Em 1991 o Museu dos Biscaínhos de Braga dedicou-lhe uma retrospectiva da obra dos anos 80.
Colectivamente participa em mostras em Viana do castelo, Porto, Lisboa, Aveiro, Vila Nova de Famalicão, Ibiza, Bilbao, Burgos, Vigo, Santander, Vallodolid, Madrid, Monte Carlo, Tokio, Okinawa, Nara, Fukuoka, Langeac, Rion, Chatel-Guyon, Puy-en-Veley, Saint- Julien Chapiteuil, Paris, Quebec…salientando-se:
1981:«Inaugural Exhibition of de Japan International Artist Society», Art Museum of China,Tokio, Yamakataya Department Stores, Okinawa. Perfectural Museum, Nara.1982: Fukuoka Perfectural Culture Hall, Fukuokas. «XV e XVII Grand Prix International d’ Art Contemporain», Monte Carlo. «Biennale International Quebec/ França, Galeria Anima G., Quebec. «Ibizagrafic 74», Museu de Arte Contemporaneo de Ibiza.«Artender 82», FFeira International de Muestras em Bilbao. «Galería Arlazón», Burgos. «Galeria Millares», Madrid. Salão dos Independentes, Paris. «Exposition International de Paris», Galerie de Nesle, Paris. «IX Hall Au Toile», Marie du VI arrindissement, Paris, «Victor Silva Barros/ Álvarez Domingues/ Cristian Léo», Galerie du licorne Hotel, Puy-en- Velay, I e II Exposições Colectivas da Cooperatgiva Árvore, Porto. «Arte ao Ar Livre», Aveiro, «Biennale International D) Auvergne». Chatel-Guyon. «Arte Nuevo-Años 90», Centro Cultural Galileo Madrid. Inter- Artes 93 e 94, Vila Nova de Famalicão, «II Prémio de Pintura Eixo do Atlântico», Casa das Artes, Vigo. Itenerante Portugal Galiza.
Há v+árias referências e análises criticas em numerosas publicações , das quais se destacam: «Portuguese 20 th Century Artists», Londres 1977, « Anuaires National dês Beux – Arts, «French Fine Arts Directory», Editions Thibaud, Paris 1983, 1994, r «El Colectivo Andox», Vigo 1989.
Entre 1068 e 1977, colabora em vários jornais nacionais com contos, poesia, textos de investigação, teóricos e de crítica de ARTE: «RUPÚBLICA»,«PÁGINA UM», E «DIÁRIO DE COIMBRA» ENTRTE OUTROS.
EM 1988 PUBLICA «ON ROAD», COLECÇÃO DE TEXTOS DE SUA AUTORIA INSERIDOS EM CATÁLOGOS ENTRE 1969 E 1988.

sábado, 9 de maio de 2009

ANTÓNIO CRUZ


António Cruz, 1907-1983
Natural do Porto, frequentou a Escola Superior de Belas Artes do Porto a partir de 1930, tendo obtido diversos prémios no âmbito da sua aprendizagem académica. Obteve também prémios do SNI nos domínios do desenho, da aguarela e da escultura. Foi bolseiro do Instituto de Alta Cultura , o que o levou a viajar por diversos países europeus ao longo das décadas de 30 e de 40. Conhecem-se muito poucas exposições individuais, destacando-se uma realizada no Porto e em Lisboa em 1939 e uma outra, póstuma, em 1989, na casa do Infante que teve lugar também no Porto. É considerado um renovador da aguarela em Portugal que conseguiu despojar dos motivos anedóticos que a ela andavam sistematicamente associados, para se dedicar ao registo de paisagens em que o factor lumínico é fundamental: como factor de dissolução, ocultação ou revelação das formas. Devido aos inúmeros registos que deixou da cidade do Porto, é incontestavelmente um dos pintores privilegiados desta cidade.

IRENE PISSARRO


Irene Pissarro
Irene Pissarro nasceu em Lisboa em Novembro de 1957.
Estudou Cerâmica e pintura e Artes do Fogo na Escola De Artes Decorativas António Arroio.
Estudou Pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa
Estudou Design e Tecnologia Para a Cerâmica na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha.
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Filosofia
A minha pintura assemelha-se a um jogo. Um jogo onde entram vários elementos, como o ponto, a linha, a cor.
Esses elementos interagem e poderão dar origem a formas, a texturas, a volumes, ao espaço, etc.
Constituem uma linguagem pictórica composta dos elementos que ganham sentido numa composição, como na linguagem verbal.

Biografia
Irene Pissarro nasceu em Lisboa em Novembro de 1957
Estudou Cerâmica e pintura e Artes do Fogo na Escola De Artes Decorativas António Arroio.
Estudou Pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa
Estudou Design e Tecnologia Para a Cerâmica na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha.
Mostrou o seu trabalho na 1ª Exposição da “ARCO” de Madrid
Em 1998, expôs na galeria da Junta de Turismo da Ericeira
Em 1978, formou a sua própria empresa no ramo da Cerâmica e Pintura exercendo essa actividade durante 12 anos.
Forneceu regularmente para diversas empresas de decoradores.
Forneceu regularmente trabalhos para as empresas “ALTAMIRA” e “DIMENSÃO” em Lisboa.
Actualmente exerce actividades no ramo das Artes Plásticas e Cerâmica.
Paralelamente é professora do quadro no grupo de “Artes Visuais” e exerce essa profissão há 19 anos

sexta-feira, 8 de maio de 2009

BEATRIZ ANSEDE


Nasce em Irixoa (Coruña), começa as suas exposições individuais no ano de 1986. A paixão que sente pela pintura impulsionam-na a investigar os vários suportes e técnicas pictóricas, passando por distintas etapas evolutivas, estando, presentemente, o seu empenho virado para as atmosferas e a luz.
Ao longo da sua carreira profissional colaborou com diferentes entidades e participou em numerosos projectos. Em 1995 participou na ilustração dos livros de poesia “Nuevas Luces” e “A La Luz del Miño”, participando neste mesmo ano nos encontros luso-galaicos, nos antigos paços de Viana do Castelo. Um ano más tarde é chamada a colaborar na elaboração de um mural na Praia de A Calzoa em Coruxo (Vigo) em conjunto com um grupo de artistas.
Anos mais tarde, em 2000, participou no curso sobre pintura e animação cultural, organizado pela UNESCO e nos anos seguintes, presta a sua colaboração a diferentes causas, como Aldeas Infantiles em Vigo, Artistas solidários com o povo Masai em Santiago, Comité Antisida de Ourense ou Ancianos do mundo em Lugo.
Nos últimos anos desenvolveu a sua capacidade organizativa, colaborando de forma activa em eventos como o XII Simpósio Nacional de Aguarela celebrado em Santiago em 2004 e um ano mais tarde a exposição O Mar celebrada em Sanxenxo em 2005 a propósito da volta ao mundo de Volvo ocean race.
É sócia fundadora da Associação de Artistas Galegos, ARGA.
A sua última colaboração foi a ilustração do livro de Xulio Valcárcel “Se envellecemos xuntos” em 2008.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

MARIA XÉSUS DÍAZ


Inicia-se no desenho e na pintura na Escola de Artes da Corunha, embora a sua verdadeira formação tenha começado na década de oitenta, de forma individual.
1987 Expõe pela primeira vez em Madrid, na I Muestra de Unión Fenosa de Arte Contemporáneo e, em seguida, no Ajuntamento da Corunha, em exposição colectiva.
Depois deste primeiro contacto com o apreciador da arte, a sua formação e a busca de um estilo próprio ocuparão o tempo da artista durante anos.
1996 - 2000 Na segunda metade da década de noventa ocorrerá a primeira etapa da sua obra pictórica. Estilo de tendências naïf y cores vivas: alaranjados, rosas e amarelos. Gentes, bodegões e paisagens gallegas, as quais se tormam a sua marca.Nestes anos expõe no Hércules Coruñés, no Casino, na Asociación de Artistas e na Sala Goya de A Coruña, assim como no Liceo de Betanzos.
2001 - 2004 A partir do ano 2000 a sua obra começa a percorrer o resto da geografía galega. Vai diminuindo a tendência naïf para dar passo à paisagem realista com tintas impresionistas, heredada de la etapa anterior. Busca de nuevas tonalidades y colores: azuis, verdes. Alargamento de horizontes e novas técnicas. Expõe na Junta de Galicia em Lugo e em distintos pontos de Pontevedra.
2005 - 2008 Nos últimos anos ultrapassa as fronteiras da Galiza, sentindo-se a artista em maior plenitude.Mais que nunca, prevalece a cor sobre o desenho, a camino do impresionismo realista. Uso completo da paleta. Um novo regresso à paisagem galega e a introdução na paisagem parisiense, com o pretexto de exposições nesta cidade. A sua obra visita Córdoba, Marbella, Madrid, Barcelona, Paris, Ferrol, Ciudad Real Y La Rioja, sem deixar de expor na sua cidade natal.
Projectos concertados para 2009 Neste ano tem projectos de exposiçãon em: Galeria “Vieira Portuense” (ESPAÇO LOIOS), Oporto (Portugal), galeria Artear (Zaragoza), galeria Ramallosa, Nigrán (Pontevedra). E participação nas feiras de Arte de A Coruña e Bayona (Pontevedra)

quarta-feira, 6 de maio de 2009

PEDRO BUENO SALTO


Pedro Bueno, !PINTOR¡
Flota en el aire del salón de Exposiciones del Coliseo de Noia estos días, una inquietud y un sobresalto que sólo se pueden comprobar con los sentidos. Es necesario ascender las escasas escaleras, situarse en el centro de la sala y estar dispuesto a dejarse traspasar por todo aquello que capten. La consecuencia es una catarata de otoños y primaveras, de arlequines y bodegones, de caderas y pechos rotundos que invade el ambiente y marea el ánimo. Puedes, si lo intentas, vislumbrar a Goya aleando en su taller los aguafuertes o a Picasso sentado en un ventanal espiando a las señoritas de Aviñó. Es una pintura la de Pedro que te desarma, te desnuda y al fin consigue hacerte parte, fundirte con el cuadro y ocupar tu sitio en la tela. Ser a la vez espectador y actor de un desnudo gris marengo o de una dársena esplendida a la que se hallan atracados navíos que jamás volverán a navegar, agazapados en la oscuridad del puerto. Pero, ¡atención!. Desde el fondo de la sala todo lo observa el ojo del chivo. Como Dante, Pedro Bueno nos abre las puertas del Hades y nos convierte en ceniza macerada resolviendo la tortura de las almas, las frustraciones de todo lo que pudo haber sido y no fue, la más probable inutilidad de haber nacido en un cuadro tan inesperado y amenazador que verdaderamente hace perder el compás al diapasón del alma. En el maravilloso filme “La leyenda de la ciudad sin nombre” el gran Lee Marvin, perdido el Norte, dice: “Hay dos clases de personas. Las que no van a ninguna parte y las que van a alguna parte”. Pedro Bueno, Maestro Pintor, es de los que van a alguna parte. Bien lo saben el viejo y el joven arlequín. ¡Toda una vida!
Maxi Olariaga ¡

PEDRO BUENO SALTO

La pintura de Bueno que , en cierto modo , es el objeto de una medida planificación , demuestra que el trabajo - el resultado bueno o malo ya es otra cosa - ha sido la consecuencia de una paciente dedicación laboriosa . Trabajo y labor , son términos en los que se cocina sujeto y objeto de la ebullición creativa . El ejemplo reside , más que en otro lugar , en las características casi volátiles de la pintura de Bueno . Características evanescentes . Ejemplo meditado de singularización . Diría que la pintura de Bueno en su parte más expresiva - la menos cargada de materia y , por tanto , la más fluida - es aquella que se encuentra entre las vagorosidades Grandio , las visiones mentales de Mompou , o las evanescencias de Martínez Nivilla . Cada uno por su lado , explica el entorno con un lenguaje eminentemente lírico , pero elemental , en la utilización materica.
Bueno , en esta línea expresiva , alcanzo no pocos logros sensibles . El paisaje , con antecedentes muy claros en el neocubismo , se desarrolla con suavidades coloristas , algunas veces apenas insinuadas . Y es que , en su modo de hacer , dedica atenciones preferentes al tema del espacio , a las insinuaciones espacialiastas : un tema minimizado , enmarcado en un espacio atmosférico en movimiento .

Fernando Mon . Crítico de Arte.

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